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    16/07/2012

    Campo Grande é a sétima capital com maior gasto na campanha a prefeito


    Candidato do PMDB, Edson Giroto lidera previsão
     de gastos na campanha pela Prefeitura de Campo Grande.
    (Foto: Rodrigo Pazinato)
    A eleição para prefeito em Campo Grande neste ano será a sétima mais cara entre as 26 capitais brasileiras.

    Juntos, os concorrentes ao pleito vão investir pouco mais de R$ 50 milhões. O valor fica atrás apenas de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Goiânia (GO), superando o Rio de Janeiro (RJ).

    O candidato do PMDB ao cargo, deputado federal Edson Giroto (PMDB), lidera a previsão de gastos na Capital com R$ 20 milhões.

    A quantia representa menos que os custos somados entre os candidatos Soninha (PMN), Paulinho da Força (PDT), Carlos Giannazi (PCB), Ana Luiza (PSTU) e Anaí Caproni (PCO), que disputam a prefeitura de São Paulo, onde os concorrentes devem gastar quase R$ 400 milhões.

    É igual a previsão de gastos estimada pelo candidato do PT em Belo Horizonte, Patrus Ananias. Na capital de Minas Gerais os custos são de R$ 80,7 milhões. Ao todo, os candidatos nas capitais estimam despesa de R$ 1,2 bilhão nas eleições deste ano.

    Campo Grande - Seguido de Giroto, o maior gasto em Campo Grande será de Reinaldo Azambuja (PSDB) com R$ 12 milhões, enquanto a campanha petista, de Vander Loubet, terá R$ 9,8 milhões de custos.

    Alcides Bernal, candidato do PP, informou que a estimativa de gastos durante a campanha é de R$ 7 milhões. Marcelo Bluma (PV), por sua vez, afirmou que terá R$ 1,2 milhão.

    Suél Ferranti (PSTU) revelou que os gastos no período eleitoral ficarão em R$ 100 mil e o professor Sidney Melo (PSOL) em R$ 500 mil.

    A quantia total declarada pelos candidatos à Justiça Eleitoral na eleição deste ano é três vezes superior aos custos declarados pelos concorrentes na eleição de 2008.

    Veja os gastos divulgados pelos candidatos nas 26 capitais brasileiras

    São Paulo (SP) (12 candidatos): R$ 341,5 milhões
    Belo Horizonte (MG) (8 candidatos): R$ 80,7 milhões
    Curitiba (PR) (8 candidatos): R$ 71,1 milhões
    Salvador (BA) (6 candidatos): R$ 62,3 milhões
    Fortaleza (CE) (10 candidatos): R$ 59,7 milhões
    Goiânia (GO) (8 candidatos): R$ 54,5 milhões
    Campo Grande (MS) (7 candidatos): R$ 50,6 milhões
    Rio de Janeiro (RJ) (8 candidatos): R$ 50,2 milhões
    Belém (PA) (10 candidatos): R$ 45 milhões
    Manaus (AM) (9 candidatos): R$ 39,5 milhões
    Porto Velho (RO) (9 candidatos): R$ 38,3 milhões
    São Luis (MA) (8 candidatos): R$ 34,5 milhões
    Vitória (ES) (7 candidatos): R$ 33,7 milhões
    Maceió (AL) (6 candidatos): R$ 31,5 milhões
    Porto Alegre (RS) (7 candidatos): R$ 30,6 milhões
    Recife (PE)(8 candidatos) R$ 29 milhões
    Palmas (TO) (7 candidatos) R$ 28,2 milhões
    Cuiabá (MT) (6 candidatos) R$ 27,8 milhões
    João Pessoa (PB) (7 candidatos) R$ 26,6 milhões
    Aracaju (SE) (5 candidatos) R$ 22,2 milhões
    Florianópolis (SC) (6 candidatos) R$ 19,2 milhões
    Natal (RN) (6 candidatos) R$ 18,5 milhões
    Boa Vista (RR) (4 candidatos) R$ 18 milhões
    Teresina (PI) (7 candidatos) R$ 16,2 milhões
    Macapá (AP) (7 candidatos) R$ 15,6 milhões
    Rio Branco (AC) (6 candidatos) R$ 10,2 milhões

    Fonte: campograndenews
    Por: Fabiano Arruda