Campo Grande (MS),

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    quinta-feira, 9 de novembro de 2017

    VÍDEO| Imagens mostra momento da colisão que envolveu estudante e matou advogada em Campo Grande

    Acidente aconteceu por volta da meia-noite do dia 2 de novembro. O motorista da caminhonete fugiu do local e agora está com tornozeleira eletrônica.

    Vídeo mostra momento da colisão entre caminhonete e carro da advogada morta em acidente © Reprodução 
    Câmera de segurança próximo ao local do acidente em Campo Grande, onde Carolina Albuquerque, de 24 anos, morreu e o filho dela de 3 anos ficou gravemente ferido, no dia 2 de novembro, flagrou o momento que a caminhonete conduzida pelo estudante de medicina João Pedro da Silva Miranda Jorge, de 23 anos, colidiu contra o veículo da vítima. 

    Por causa do impacto, a caminhonete capotou e o carro de mãe e filho parou a cerca de 100 metros de distância em um poste. Ela ia cruzar a avenida passando o sinal vermelho, segundo testemunhas. O jovem fugiu do local do acidente e foi se apresentar à polícia três dias depois. A Justiça concedeu liberdade provisória sob fiança de R$ 50 mil e uso de tornozeleira eletrônica.
    Caminhonete do estudante de medicina ficou com a frente destruída em acidente que matou advogada em Campo Grande (MS) (Foto: Reprodução/TV Morena)
    Testemunhas disseram às autoridades que Jorge estava em alta velocidade e com sinais de embriaguez. O jovem procurou atendimento em um hospital particular próximo. O passageiro da caminhonete foi atendido pelos socorristas e encaminhado a uma unidade de saúde.

    A criança fraturou a clavícula e, segundo a família, os médicos também identificaram que o menino machucou duas costelas. O garoto está aos cuidados da avó materna após receber alta do hospital no domingo (5).
    Jovem e os advogados saindo do Patronato, em Campo Grande (MS), após colocar a tornozeleira eletrônica (Foto: Alysson Maruyama/TV Morena)
    Outro processo

    O estudante de medicina João Pedro da Silva Miranda Jorge é investigado por envolvimento em outro acidente no início deste ano e poderá ser indiciado por fraude processual. O fato teria ocorrido na avenida Euler de Azevedo, bairro São Francisco.

    A autoria foi registrada em nome de um funcionário público de 63 anos, que seria pai do suspeito. Mas durante o interrogatório, ao ser questionado sobre o acidente do dia 21 de janeiro, o estudante de medicina disse que não teve culpa e o acidente resultou somente em danos materiais. Além disso, há indícios de que o jovem tenha fugido do local do acidente e o pai teria assumido a culpa.

    O condutor de 27 anos e a mãe de 69 anos, vítimas do acidente no início do ano, prestaram depoimento nesta quarta-feira (8), na 7ª Delegacia de Polícia, e reconheceram o estudante de medicina como motorista na ocasião dos fatos.



    Por G1 MS


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