Campo Grande (MS),

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    23/11/2017

    Caminhões com policiais militares chegam à Assembleia de MS

    © Cleber Gellio
    A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul acionou reforços após servidores públicos invadirem o plenário da Assembleia Legislativa. Por volta das 10h30, dois caminhões lotados com policiais militares e mais viaturas chegaram no local. O Coronel Tolentino informou que a estimativa da PM é de 1 mil servidores do plenário, onde também se encontram 30 policiais.

    O Parque dos Poderes amanheceu com a segurança reforçada. Cedo, 13 motos da Polícia Militar e cinco viaturas já estavam estacionadas em frente ao prédio de trabalho do governador por conta da segunda votação da previdência dos servidores estaduais na Assembleia Legislativa.

    A sessão desta quinta-feira (23) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul foi suspensa às 9h38 após servidores públicos contrários a mudanças na previdência estadual invadirem o plenário da Casa de Leis. Após a invasão, os quatro deputados do PT chamaram cinco servidores do Fórum dos Servidores Estaduais para uma reunião com os parlamentares a portas fechadas.

    A Polícia Militar foi acionada e, ao perceber que não conseguiria conter os manifestantes, pediu reforço. A todo momento, mais servidores chegam na Assembleia para a manifestação.

    Do lado de fora, policiais da cavalaria fazem a segurança do local. Centenas de manifestantes tomaram o plenário e pularam o cercado que divide área de visitantes do local onde ficam os deputados. Um servidor caiu no espaço e dezenas pularam a pequena grade que separa os espaços.

    A Assembleia deve votar nesta quinta-feira, em segunda-feira votação, o projeto de reforma da previdência dos servidores estaduais, que aumenta a alíquota de contribuição do funcionalismo, e única os fundos previdenciários. Mochi suspendeu a sessão, ‘até que seja restabelecida a ordem’.

    Os sindicalistas esperam cerca de mil pessoas na sessão de hoje, e pressionam os deputados para rejeitaram a proposta de reforma da previdência nos moldes propostos pelo governo Azambuja.

    Fonte: Midiamax
    Por: Evelin Cáceres e Richelieu Pereira


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