Campo Grande (MS),

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    quinta-feira, 26 de outubro de 2017

    Julgamento de Ilda Machado por compra de votos é adiado a pedido da defesa

    Prefeita do 'sutiã de ouro' será julgada novamente dia 8 de novembro, segundo advogada

    Ilda diplomada ao lado do esposo, Londres Machado © Vicentina On Line
    A defesa da prefeita de Fátima do Sul, Ilda Machado (PR), pediu adiamento do julgamento dela, que ocorreria nessa quarta-feira (25), no Tribunal Regional Eleitoral, em Campo Grande. A acusação do MPE é por doação de medicamentos em troca de votos. A nova data é dia 8 de novembro.

    ''A gente tem esse direito. Quando vamos fazer a sustentação oral podemos pedir adiamento para analisar melhor o processo'', afirmou a defensora Caroline Mendes Dias.

    O julgamento de Ilda Machado no TRE ocorre por ela ter sido condenada na primeira instância da Justiça Eleitoral. Em abril, deste ano, a juíza Rosângela Alves de Lima Fávero, decidiu por multa e cassação da chapa, por ela ter comprado medicamentos a um homem em troca de três votos da família dele.

    A defesa alega que o caso trata-se de um engano do Ministério Público Eleitoral, por não haver provas contra a prefeita. Segundo Dias, o homem que comprou o remédio não era cabo eleitoral da então candidata Ilda. Também, ele não teria dado o medicamento em nome de Ilda Machado, e sim por ter amizade com a mulher que recebeu.

    ''Acho que ela era comadre, algo assim'', acrescentou Caroline.

    Dinheiro no sutiã

    No dia 8 de maio deste ano, Ilda e Altair foram absolvidos da acusação de compra de votos pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Campo Grande. No dia do julgamento, Ilda obteve 5 votos favorável e apenas um contrário.

    Ilda era acusada de compra de votos, onde aparece retirando do sutiã R$ 200 reais e entregando a um eleitor em troca de votos.

    Segundo informações, este processo seguiu para Brasília, onde Ilda e Altair deverão ser julgados novamente pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    A advogada disse que o MPE concordou com a decisão do TRE e quem recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral foi a chapa adversária de Ilda Machado. A defensora disse que o processo nem chegou à Corte ainda.

    Fonte: TopMidiaNews
    Por: Thiago de Souza


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