Campo Grande (MS),

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    quarta-feira, 13 de setembro de 2017

    "É um dos que mandei para o inferno”, diz homem preso por homicídio

    Foragido da Justiça de São Paulo foi preso em Ponta Porã; outro procurado, acusado de matar dois em Campo Grande em 2007, também estava escondido na fronteira com o Paraguai

    Judson Gonçalves (à esquerda), procurado por dois homicídios na Capital, e Sebastião, procurado pela Justiça de SP (Foto: Divulgação)
    Sebastião Vitilhano da Silva, 58, procurado pela Justiça de São Paulo por homicídio, foi preso ontem (12) em Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande, 16 anos após matar uma pessoa em Valinhos, cidade do interior paulista. “Esse foi um dos que mandei para o inferno”, afirmou o homem, sorrindo, ao ser localizado durante operação do SIG (Serviço de Investigações Gerais), da Polícia Civil.

    De acordo com o delegado Rofoldo Daltro, que coordenou a operação, Sebastião cometeu o crime em Valinhos a facadas e apesar de admitir ter matado outras pessoas, ele não deu detalhes dessas mortes. Foragido da Justiça, Sebastião morava em um sítio no distrito Nova Itamarati.

    Mortes na Capital – Na mesma operação, a Polícia Civil prendeu Judson Renan Gonçalves, 29, que estava foragido após duas condenações por assassinatos praticados em Campo Grande, em 2007. Segundo o SIG, naquele ano, Judson matou dois desafetos a tiros no intervalo de 12 dias. Desde 2015 ele estava escondido em Ponta Porã, morando no bairro São João.

    Judson está condenado pela morte de Dauter Faustino de Almeida, 21, o “Batata”. O crime ocorreu no dia 17 de junho de 2007, no bairro Santo Antônio, na Capital. Dauter foi morto com tiros na cabeça e na perna.

    No dia 29 do mesmo mês, Judson matou com tiros na cabeça Paulo Roberto Fernandes Ferreira, também com 21 anos de idade, no Jardim Imá. No dia 12 de julho, ele foi preso no Jardim Petrópolis, também na Capital, com o revólver calibre 38 usado nos dois crimes. Após conseguir a liberdade provisória, Judson fugiu de Campo Grande e só foi capturado agora, em Ponta Porã.

    Conforme o delegado, os dois homens são considerados de alta periculosidade. “O trabalho é de suma importância para garantir a segurança da população de Ponta Porã, pois se tratam de indivíduos propensos a matar outras pessoas por motivos banais”.

    Fonte: campograndenews
    Por: Helio de Freitas, de Dourados


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