Campo Grande (MS),

  • LEIA TAMBÉM

    quarta-feira, 23 de agosto de 2017

    Motocímetros já são obrigatórios e sem item mototaxista não pode trabalhar

    Quem já comprou equipamento tem 7 dias para instalar

    © Jéssica Benitez/ Arquivo
    O prazo dado pela Prefeitura de Campo Grande para a instalação dos motocímetros terminou na terça-feira (22), mas de acordo com o presidente do Simtams (Sindicato dos Mototaxistas de Mato Grosso do Sul) Dorvair Boaventura Caburé os profissionais que já adquiriram os equipamentos terão o prazo de sete dias para instalar, após isso ficam suspensos.

    Foram instalados, até o início da tarde desta quarta-feira (23), 270 motocímetros de acordo com o sindicato. “Já instalamos 270, comprados já tem 128. Falta comprar 92, mas hoje já estão sendo feitas algumas aquisições”, disse Dorvair.

    Ao todo são 490 mototaxistas profissionais cadastrados. A instalação continuará sendo feita pelo sindicato e os profissionais que não fizerem ficarão suspensos. “Negociei com a Agetran um prazo de sete para quem já comprou o equipamento. Mas a gente só consegue instalar de 8 a 10 por dia, se precisar negociarei um prazo a maior. Mas estamos instalando. Quem não instalar vai ficar suspenso. Pensamos no bem da população”, completou o presidente.

    A equipe do Jornal Midiamax entrou em contato com a Prefeitura e a Agetran (Agência Municipal de Trânsito e Transporte) e está aguardando resposta.

    Decreto

    O decreto lançado em fevereiro de 2017, pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD) o prazo era de 180 dias, que vence nesta terça-feira, para a instalação do motocímetro. O custo do equipamento, de acordo com a empresa Sufab, seria de R$ 950 por trabalhador e seria dividido em até seis vezes.

    Todos os 490 profissionais devem ter o equipamento instalado, sob pena de cassação da autorização do uso do tráfico.

    Custo da corrida

    Com o motocímetro, cada corrida passar a valer R$ 1,20 quilômetro na bandeira dois, que começa a valer a partir das 13h de sábado até as 6h da segunda-feira e nos feriados. Nos demais dias e horários será considerada a bandeira comum e a corrida custará R$ 1 por quilômetro.

    Fonte: Midiamax
    Por: Ana Paula Chuva


    Imprimir

    RECENTES

    POLÍTICA

    CONCURSOS