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    sábado, 19 de novembro de 2016

    Audiência pública debate a reforma do Ensino Médio – MP 746/2016 em Campo Grande

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    Por Iniciativa do Senador Pedro Chaves foi realizada na tarde de sexta-feira (18), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, audiência pública com o objetivo de debater a reforma do Ensino Médio brasileiro.

    Após os pronunciamentos de abertura dos trabalhos feitos pelo presidente da Assembleia legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi, e pelo senador Pedro Chaves, iniciou-se as palestras feitas pelos professores Antonio Osório, Ronaldo Mota, Marta Vanelli e pela diretora da UNE Amanda Anderson.


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    Cada palestrante falou, por vinte minutos, sobre os problemas que o Ensino Médio brasileiro enfrenta na quadra da vida nacional, bem como os caminhos que podem ajudar a mudar essa etapa da educação brasileira.

    Em seguida, conforme inscrição, a palavra foi facultada aos representantes de entidades e instituições educacionais como Fetems, Sintrae, CEE, UFMS, UFGD, UCDB, UEMS, ACP, Instituto Federal de Educação, Uniderp, Sinepe, Undime, Consed, Escola Militar, Assomasul e representante dos estudantes de arte.

    O debate foi muito acalorado. Alguns dirigentes condenaram o fato do processo de reforma do Ensino Médio estar sendo feito por meio de medida provisória. Condenaram também a PEC 55 que estabelece um teto para os gastos públicos. Essa posição foi preponderante nas falas dos dirigentes sindicais.

    O senador Pedro Chaves, em seu pronunciamento, elogiou o debate e a postura dos participantes. Para ele, a re=exão mostra que, apesar de algumas posições extremadas sobre o método de trabalho adotado nesse processo de reforma, há consenso de que é preciso reformar o Ensino Médio.

    Fico muito feliz de poder ouvir dos educadores e alunos do meu estado, ″num clima de muita democracia, suas impressões sobre os caminhos que a educação do Ensino Médio deve trilhar no Brasil .″

    Mais de 300 pessoas lotaram o plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.



    Fonte: ASSECOM
    Por: Carla Eleonora Sguissardi


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