Campo Grande (MS),

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    06/12/2018

    Impostômetro bate R$ 2,2 trilhões pela primeira vez, diz associação comercial

    Até o final do ano, a estimativa é que total de impostos pagos pelos brasileiros chegue a R$ 2,388 trilhões.

    Impostômetro bate R$ 2,2 trilhões pela primeira vez, diz associação comercial ©REPRODUÇÃO
    Os brasileiros já pagaram R$ 2,2 trilhões em impostos este ano. O valor foi atingido na manhã desta quinta-feira (6), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

    É a primeira vez que o "Impostômetro", instalado em 2005, atinge a marca. O valor corresponde ao total arrecadado por União, estados e municípios na forma de impostos, taxas e contribuições.

    Até o final do ano, a estimativa é que a arrecadação total chegue a R$ 2,388 trilhões - um aumento nominal de 8,98% em relação a 2017, quando o total arrecadado ficou em R$ 2,172 trilhões. Descontada a inflação, a alta foi de 5,55%.

    Segundo Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), o crescimento do bolo tributário de um ano para outro reflete o reaquecimento da economia brasileira e a melhora do consumo após a crise, mesmo que em ritmo lento.

    “Apesar de ter mais dinheiro nos cofres públicos, os serviços para a população brasileira ― segurança, saúde, educação ― não melhoram, o que transparece que o Estado precisa se ajustar pelo lado dos gastos, gerenciando-os melhor”, afirma em nota.

    O Impostômetro

    O impostômetro foi criado em 2005 e informa o valor total de impostos, taxas, contribuições e multas que a população brasileira paga para a União, os estados e os municípios.

    O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro (www.impostometro.com.br). Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando com tributos e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.

    Por G1



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