Campo Grande (MS),

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    30/10/2018

    Identificado corpo de mulher encontrada morta e amarrada envolta a cobertor

    ©Reprodução
    A jovem de 27 anos que foi encontrada morta amarrada a cobertores dentro de uma caixa de papelão na Praça do Trabalhador, em Goiânia, estava nua, com as pontas dos dedos cortadas e com vários hematomas. Segundo a delegada Magda D’ávila, além de apresentar sinais de tortura, Géssika Souza dos Santos pode ter sido violentada sexualmente.

    A delegada afirmou à TV Anhanguera que uma testemunha se apresentou espontaneamente à delegacia nesta terça-feira e revelou que viu dois homens saindo de um carro branco e deixando o corpo no local. Em seguida, segundo ela, uma terceira pessoa abandonou a moto da vítima ao lado da jovem.
    ©Divulgação
    O corpo foi encontrado na manhã desta terça-feira, na Praça do Trabalhador, no Setor Norte Ferroviário, região central de Goiânia. Uma mulher que não quis se identificar disse que ela e outras pessoas suspeitaram que o pacote – um cobertor com uma caixa de papelão dentro – tinha algo de estranho.

    “Algumas pessoas pegaram um pedaço de pau e desembrulharam, tiraram aquele cobertor laranja, aí ela estava dentro de uma caixa de papelão”, disse.

    Rejane Silva, vizinha da vítima, compareceu ao local onde o corpo foi encontrado e estava assustada com o crime. Ela disse que a jovem era trabalhadora, mãe, e disse que o marido dela estava de repouso em casa após ser submetido a uma cirurgia.

    “Ela é uma menina que sai todo dia para trabalhar. Sai e volta todo dia. Só isso que eu sei sobre ela. Tem duas filhas”, afirmou.

    Estado do corpo

    Após encontrar o corpo, testemunhas acionaram a polícia e o Corpo de Bombeiros. O médico Luciano Ferreira, da corporação, disse que o corpo estava com vários sinais de violência. Ele foi responsável por atestar a morte da vítima. A Polícia Civil, ao chegar ao local, afastou curiosos e isolou a área para que a perícia fosse feita.

    “Essa é uma vítima de agressão, tem muitos sinais de violência”, revelou.

    A delegada Magda D’ávila revelou à TV Anhanguera que descartou a hipótese da motivação do crime ter sido passional. Disse ainda que vai investigar a suspeita de violência sexual e ouvir mais testemunhas a fim de identificar suspeitos que podem ter sido as pessoas que deixaram o corpo na Praça do Trabalhador.



    Fonte: G1


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