Campo Grande (MS),

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    05/03/2018

    Três são presos levando maconha, pistolas e mais de 2 mil munições para o RJ

    Uma das prisões ocorreu no Km 454 da BR-163, em Campo Grande. O carregamento saiu da fronteira e seguiria para o Rio de Janeiro

    Drogas, armas e munições foram apreendidas nos dois veículos interceptados pela PRF (Foto: divulgação/PRF)
    Três pessoas, sendo dois homens e duas mulheres foram presas transportando droga, armas e munições, na tarde de ontem (4). Uma das prisões ocorreu no Km 454 da BR-163, em Campo Grande. No total, foram apreendidos 5 pistolas, 1 revólver, 7 carregadores, e 2.111 munições, sendo 260 de calibre .40, 1.051 de calibre 9 milímetros, 800 de calibre 38, além de 429 kg de maconha. O carregamento estava dividido em dois veículos. O nome dos envolvidos não foi informado pela polícia. 

    A PRF (Polícia Rodoviária Federal) fiscalizava o trecho, quando percebeu que o condutor de um veículo Ford Explorer XLT4X2 fez o retorno antes de chegar na blitz. Uma equipe, então, foi atrás do motorista para verificar se havia irregularidade.

    Depois de alguns quilômetros, o carro foi abordado. Muito nervoso, o motorista de 42 anos repassou informações confusas sobre a viagem e acabou admitindo que carregava maconha em fundo falso no assoalho. Ele ainda confessou que tinha o suporte de mais dois veículos – um Ford Explorer LTD prata, com placas de Breu Branco (PA) e VW Gol vermelho de Campo Grande.

    O utilitário prata ocupado um casal de 34 anos e 39 anos foi abordado no entroncamento da MS-040 com a BR-163. A droga, armas e munições foram encontradas distribuídas no dois após serem abertos com a ajuda de um desencarcerador. 

    Durante a ocorrência, automóvel batedor VW/Gol foi encontrado abandonado em uma estrada vicinal. Foram feitas buscas no entorno, mas o ocupante não foi encontrado. Segundo os condutores, o carregamento saiu da fronteira e seguiria para o Rio de Janeiro (RJ). Todos foram presos e levados para a delegacia da Polícia Federal.

    Fonte: campograndenews
    Por: Viviane Oliveira


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