Campo Grande (MS),

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    19/02/2018

    Galo afasta atacante e massagista que agrediram gandula no Comerário

    Decisão foi tomada na noite de domingo, segundo o presidente do Operário; Estevão Petrallas espera também responsabilização do Comercial por segurança e provocações. 

    Petrallas (ao centro) e advogados anunciaram medidas tomadas em relação às agressões no Comerário. (Foto: Liniker Ribeiro)
    A diretoria do Operário anunciou o afastamento do atacante Jeferson Reis e do massagista Raul Prazeres, envolvidos nas agressões ao gandula Tadeu Francisco Kutter Junior, no fim do clássico contra o Comercial neste domingo (19) no Morenão, em Campo Grande. A decisão foi tomada ainda na noite após a partida, conforme informou o presidente do Galo, Estevão Petrallas.

    Ao lado dos advogados do clube, Fernando Meireles e Daniel Pasqualotto, o dirigente afirmou que o Operário aguardava apenas boas notícias da partida, “mas infelizmente esse incidente faltando 30 segundos para o final da partida mudou tudo”. Petrallas disse que, diante das medidas adotadas pelo clube, não foi possível se manifestar sobre o caso ainda no domingo.

    “Nada justifica a violência. Afastamos o atleta ainda na noite de ontem. Agora aguardamos a súmula do árbitro e a decisão da Justiça desportiva para saber quais serão as outras medidas”, destacou o dirigente operariano. O comentário se refere à acusação de que o capitão do Galo, Rodrigo Grahl, também participou das agressões.

    Para Petrallas, a expulsão do atacante seria resultado do fato de Grahl não ter se apresentado ao árbitro em meio à confusão no fim do jogo “e acabou respondendo pelo time”. Quanto a Jeferson, o presidente do clube afirma que o atleta “estava muito abalado” por conta dos incidentes. “Ele pediu desculpas e afirmou estar arrependido”, declarou.
    Jeferson agrediu gandula no fim da partida, dando início à confusão que marcou o Comerário. (Imagem: TV Morena/Reprodução)
    Petrallas que crê, neste ano, o jogador não deve mais atuar no futebol estadual –Fernando Meireles disse que o clube ainda vai analisar as questões contratuais antes de uma decisão final. Os integrantes do Operário envolvidos nos fatos se apresentaram na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Piratininga após os fatos.

    Colorado – O dirigente disse esperar que o Operário não seja punido como consequência do episódio, e sim o Comercial, que era o mandante do jogo, “porque o mandante é responsável pelas pessoas que atuam na partida. No caso, escolher inclusive quem trabalharia como gandula”. Petrallas condenou o fato de o gandula escalado ser um atleta das categorias de base do Colorado.

    Além desse fato, o presidente do Galo também afirma que a confusão teria começado depois de o gandula comemorar o gol do Comercial, já no fim do jogo, realizando ainda provocações contra a torcida, “fazendo gestos obscenos em frente ao banco de reservas e continuado com as provocações”.

    Fonte: campograndenews
    Por: Humberto Marques e Liniker Ribeiro


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