Secretaria de Saúde se coloca a disposição para demais dúvidas.
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| Equipe da secretaria de Saúde e hospital da Sias realizaram uma reunião ontem (19). |
Os profissionais da secretaria de Saúde e do Hospital da Sias realizaram na tarde de ontem (19) uma reunião para elaborar ações de prevenção ao vírus Influenza A (H1N1) devido aos casos desta gripe confirmados em alguns municípios da região.
A reunião aconteceu no Centro de Especialidades Médicas (CEM) e a secretaria de Saúde se coloca a disposição para demais dúvidas e esclarecimentos da população.
De acordo com o Ministério da Saúde, segue algumas orientações:
Quais os sintomas?
A Gripe H1N1, inicia-se em geral com febre alta, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios, como tosse, tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. Alguns casos apresentam complicações graves, como pneumonia, necessitando de internação hospitalar. Devido aos sintomas em comum, pode ser confundida com outras viroses respiratórias causadoras de resfriado.
Como se transmite?
A Influenza pode ser transmitida de forma direta por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao espirrar, ao tossir ou ao falar, ou por meio indireto pelas mãos, que após contato com superfícies recentemente contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado, podem carrear o vírus diretamente para a boca, nariz e olhos.
Por quanto tempo os vírus influenza podem permanecer em uma superfície?
Sabemos que alguns vírus ou bactérias vivem por 2 a 8 horas em superfícies. Lavar as mãos com frequência ajuda a reduzir as chances de se contaminar a partir dessas superfícies.
Como tratar?
O tratamento dos sintomas da influenza sem complicações deve ser realizado com medicação sintomática, hidratação, antitérmico, alimentação leve e repouso. Nos casos com complicações graves, são necessárias medidas de suporte intensivo. Atualmente, o medicamento antiviral fosfato de oseltamivir é indicado para o tratamento. Os medicamentos devem ser prescritos pelos profissionais médicos aos pacientes que apresentem condições e fatores de risco a complicações por influenza (gripe) e aos casos em que a doença já se agravou. Em caso de complicações, o tratamento será específico. É fundamental procurar atendimento nas unidades de saúde, para que haja identificação precoce de risco de agravamento da doença.
Como se prevenir da Influenza?
Para redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, especialmente as de grande infectividade, como vírus Influenza, orienta-se que sejam adotadas medidas gerais de prevenção, chamadas de “etiqueta respiratória”, tais como:
- Frequente lavagem e higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento;
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
- Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
- Manter os ambientes bem ventilados;
- Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;
- Indivíduos que apresentem sintomas de gripe devem:
- Evitar sair de casa em período de transmissão da doença (até 7 dias após o início dos sintomas);
- Restringir ambiente de trabalho para evitar disseminação;
- Evitar aglomerações e ambientes fechados, procurando manter os ambientes ventilados;
- Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos;
* O serviço de saúde deve ser procurado imediatamente caso apresente algum desses sintomas: dificuldade para respirar, lábios com coloração azulada ou roxeada, dor ou pressão abdominal ou no peito, tontura ou vertigem, vomito persistente, convulsão.
Qual o público alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza?
O público alvo da vacinação contra influenza no SUS são crianças de seis meses até menores de cinco anos, gestantes, puérperas, idosos, indígenas e pessoas com comorbidades, as quais têm mais risco de ter complicações graves em decorrência da influenza. Além disso, também fazem parte do público alvo profissionais da saúde, pessoas privadas de liberdade e profissionais do sistema prisional.
Fonte: ASSECOM
