Campo Grande (MS),

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    segunda-feira, 10 de julho de 2017

    Indústria gráfica de MS concede reajuste de 2,53% aos trabalhadores do segmento

    © Divulgação
    O presidente do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul), Julião Gaúna, assinou acordo coletivo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica do Estado, Leodair Martins Rôa, estabelecendo reajuste de 2,53% para os industriários do segmento. O índice acordado entre os representantes das indústrias e dos trabalhadores usou como referência o INPC (Índice Nacional de Preço do Consumidor) e o pagamento com o aumento já conta a partir do mês de julho.

    Segundo Julião Gaúna, na definição do acordo coletivo, prevaleceu o bom senso da manutenção da empregabilidade na indústria gráfica estadual. “Argumentei com presidente do Sindicato dos Trabalhadores a importância de ter neste momento a responsabilidade de manutenção do emprego. Hoje, em razão da crise financeira, só é possível atualizar os salários baseado no índice de inflação do período, pois, acima disso, as empresas teriam de reduzir os quadros para arcar com o novo custo”, destacou.

    Atualmente, o segmento da indústria gráfica em Mato Grosso do Sul conta com 339 empresas, que juntas empregam 1,4 mil pessoas com um salário médio de R$ 1.427,00 e são responsáveis por movimentar por ano algo em torno de R$ 121 milhões. “No ano passado, as empresas que não tiveram prejuízos, mantiveram-se estagnadas. Algumas empresas fecharam as portas, outras fundiram-se para somar esforços, mas as duas situações resultam em demissões, impactando diretamente no esfriamento da economia local”, pontuou Julião Gaúna.

    Neste ano, ainda de acordo com ele, só estão sobrevivendo as empresas que saíram da zona de conforto, que perceberam atividades afins e se adaptaram. “Eu costumo dizer que as indústrias gráficas deixaram, há muito tempo, de ser apenas empresas de impressão para se tornarem empresas impressão e de comunicação. Quem não percebeu isso, perdeu espaço no mercado”, explicou o empresário.

    Fonte: ASSECOM
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