Campo Grande (MS),

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    17/02/2018

    Noivos foram encapuzados e mantidos em cativeiro e polícia investiga trio

    Carro roubado ainda não foi localizado

    © Arquivo pessoal
    O Garras (Delegacia Especializada em Repressão de Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) investiga a participação de pelo menos três criminosos no sequestro do casal Maria Eduarda Leão, 21 anos, e Eduardo Rocha, 26 anos, na noite da sexta-feira (16), no Bairro Amambaí, em Campo Grande.

    O caso está sendo apurado e as vítimas prestam depoimento na tarde deste sábado (17). De acordo com o delegado João Paulo Sartori, o casal foi encapuzado logo após ser rendido na porta da casa da estudante. Eles foram forçados a ficar no branco traseiro e receberam ameaças graves dos criminosos.

    Segundo Sartori, o casal relatou ter ficado preso em uma residência. Depois, foram levados para uma área de mata na região norte de Campo Grande, no entorno do Bairro Nova Lima. Os ladrões mantiveram os jovens sob vigilância até aproximadamente às 9 horas, quando abandonaram casal no local e fugiram. As vítimas conseguiram pedir ajuda a moradores e a estudante entrou em contato com a mãe.

    Antes de chegarem à região do Nova Lima, os criminosos fizeram saques e compras com cartões do casal. O valor foi de aproximadamente R$ 500. Os celulares dos dois jovens também foram roubados.

    Um helicóptero da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul) foi utilizado nas buscas, mas o veículo Roubado, um Voyage prata (placas HTQ-6608) ainda não foi localizado.

    Sequestro

    O casal, que está noivo desde 2016, foi vítima de sequestro, por volta das 23h30, no Bairro Amambaí, em Campo Grande. Eles estacionaram o carro da família de Eduardo, um Voyage, na frente da casa da mãe de Maria Eduarda.

    Segundo o boletim de ocorrência, os noivos foram surpreendidos por homens que bateram na porta do carro e forçaram a entrada. Uma vizinha viu a ação e comunicou à família de Maria Eduarda.

    A família tentou identificar os suspeitos por meio de câmeras instaladas na rua da casa de Maria Eduarda, porém não teve sucesso, uma vez que as gravações não identificam o rosto dos sequestradores.

    Fonte: Midiamax
    Por: Wendy Tonhati e Clayton Neves


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