Campo Grande (MS),

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    25/05/2018

    Governo diz que não há mais rodovias totalmente interditadas no país

    Ministro da Segurança Pública informou no início da noite desta sexta-feira (25), que das 938 obstruções de rodovias em todo o país, restam 519

    ©REUTERS/Ueslei Marcelino
    O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, informou no início da noite desta sexta-feira (25), que das 938 obstruções de rodovias em todo o país, restam 519, mas nenhuma delas é interdição total da rodovia. O ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Sérgio Etchegoyen disse que o acesso à Refinaria de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, está praticamente desbloqueado.

    "Vai limpando o horizonte para nós", disse Etechegoen.Assim como Temer, em pronunciamento no inicio da tarde, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) disse que a continuidade da paralisação é feita por uma "minoria barulhenta" e acrescentou que o fim da paralisação "acontece em menor ritmo que o esperado".

    DECRETO

    O governo decidiu nesta sexta editar um decreto que autoriza que as Forças Armadas possam atuar na garantia da normalidade de abastecimento do país.

    De acordo com Padilha, o texto foi assinado pelo presidente Michel Temer para garantir o suprimento de gêneros alimentícios à população, por exemplo. "O presidente baixou hoje decreto instituindo a GLO para todo o território nacional para que a gente possa, se for o caso, nesta missão de garantir o suprimento de gêneros alimentícios, de suprimentos, se for necessário, os motoristas das Forças Armadas, para que haja deslocamento com segurança", disse.

    Trata-se da edição de uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem), que valerá para todo o território nacional.Para Padilha e Raul Jungmann (Segurança Pública), o decreto dará a sustentação jurídica necessária para o emprego das Forças Armadas, anunciado na manhã desta sexta por Temer.Segundo Jungmann, pelo decreto, homens das Forças Armadas podem conduzir os caminhões para garantir abastecimento da população. 

    NAOM-Com informações da Folhapress.


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