Campo Grande (MS),

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    16/11/2017

    VÍDEO| Marun reage ao ser chamado de ladrão por eleitora no meio da rua

    Cúpula do PMDB deixou reunião para se encontrar com Puccinelli

    © Cleber Gellio
    Antes mesmo do início da reunião do diretório regional do PMDB, a cúpula do partido em Mato Grosso do Sul deixou o diretório no fim da manhã desta quinta-feira (16), para se encontrar com o ex-governador André Puccinelli (PMDB), em sua casa. A saída dos peemedebistas causou manifestações das ruas.

    Deixaram a sede do partido na Capital os senadores Waldemir Moka, Simone Tebet, o presidente da executiva regional, deputado Junior Mochi, a ex-vereadora Carla Stephanini e o deputado federal Carlos Marun, que foi xingado por umaa eleitora.

    Ao atravessar a Avenida Mato Grosso para se dirigir à casa de André, o deputado foi xingado de ladrão por uma mulher que estava na garupa de um motociclista que passava pelo local. Marun respondeu de pronto a ofensa. “Ladrão é (...)”.

    Os peemedebistas chegaram à residência da Puccinelli por volta das 12h20, e Marun disse apenas que o grupo foi ‘trocar uma ideia’ com o ex-governador.

    A prisão de Puccinelli e do filho, o advogado André Puccinelli Júnior, na última terça-feira (14), durante a Operação Papiros de Lama, 5ª fase da Lama Asfáltica, pode atrapalhar os planos do PMDB, que tem no ex-governador seu principal nome para disputa do governo estadual.

    Em nota, Marun disse que reagiu com ofensas às ofensas que recebeu. "Infelizmente, muitos pensam que nós políticos devemos ter sangue de barata e aceitar isto calados. Não nos conhecem, mas nos agridem."

    O parlamentar afirmou ainda na nota que "quem com o ferro fere, com ferro será ferido".

    Veja, na íntegra, nota de Marun:

    Hoje fui agredido por ofensas em uma rua de Campo Grande. Reagi com ofensas as ofensas que recebi. Infelizmente, muitos pensam que nós políticos devemos ter sangue de barata e aceitar isto calados. Não nos conhecem, mas nos agridem. Nada sabem da nossa vida, das nossas famílias, mas se sentem no direito de nos ofender. Querem nos filmar sendo ofendidos para nos ridicularizar. Reagi. Nós somos seres humanos como são todos os brasileiros. Não somos e nem devemos ser bonecos para quem impropérios devem entrar por um ouvido e sair pelo outro.

    Prefiro ser exposto em um vídeo como este do que ser motivo de chacota daqueles que me ofenderam. Não sou inimigo dos meus adversários políticos. Jamais ofendi ninguém na minha vida, mas também não sei ficar inerte quando sou ofendido. E estes exibicionistas ainda tentam se estabelecer como representantes da população. Fui ofendido e respondi assim: 'A população vota em mim. Você é vagabundo. Você é vagabunda. Aprende a respeitar quem você não conhece seu m...'.

    É isto, sou o 2º deputado mais votado de MS e estou pronto para o bom debate político, mas penso que não é sendo um deputado apático e manso que cumprirei com os meus deveres. Não aceito e não aceitarei ofensas a mim, a minha família, a minha cidade, ao meu estado e ao meu país. Quem com o ferro fere, com ferro será ferido.

    CARLOS MARUN
    16/11/17



    Fonte: Midiamax
    Por: Ludyney Moura, Richelieu Pereira e Jessica Benitez


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