Campo Grande (MS),

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    domingo, 5 de novembro de 2017

    Presos fogem após explodir muralha de presídio em Palmas

    Primeiras informações são de que 22 homens conseguiram sair da Casa de Prisão Provisória de Palmas. Explosão teria aberto buraco em muro da CPP.

    Explosão foi na Casa de Prisão Provisória de Palmas (Foto: Wilton Dias/TV Anhanguera)
    Vinte e dois detentos conseguiram fugir da Casa de Prisão Provisória de Palmas na noite deste domingo (5). As primeiras informações são de que um grupo de criminosos usou dinamite para explodir uma das muralhas da CPP. Uma operação unindo forças da Polícia Militar, Polícia Civil e da Guarda Metropolitana está em andamento. O helicóptero da Secretaria de Segurança Pública também foi acionado.

    O caso aconteceu poucas horas após uma outra fuga em Miranorte, na região central do estado, em que três homens arrancaram um vaso sanitário e cavaram um buraco até o pátio da Cadeia Pública da cidade, depois eles pularam o muro. Os fugitivos são Bruno da Silva Luz, Antônio Joaquim Neto e Raidson Lima da Cruz. As buscas na região estão sendo realizadas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil.
    Dois fugitivos foram encontrados no centro de Palmas (Foto: Danilo Gomes Silva/Divulgação)
    A Secretaria de Cidadania e Justiça, que administra o sistema prisional, disse que dos 22 fugitivos, 13 já foram recapturados. Nove seguem sendo procurados. A orientação é que a população evite a região e quem mora nas chácaras próximas que fique dentro de casa.

    Superlotação e problemas administrativos

    A Casa de Prisão Provisória de Palmas é um dos maiores presídios do Tocantins. Ela tem capacidade para 280 presos e atualmente tem mais de 700 detentos. Em junho, o presídio sofreu uma intervenção parcial em função da superlotação.
    Gleidy Braga deixou o governo (Foto: Carlos Eller / Secom)
    Recentemente, o comando da Secretaria de Cidadania e Justiça foi trocado no Tocantins. Ao G1, a antiga responsável pela pasta, Gleidy Braga, afirmou que estava saindo porque discordava do governo a respeito do cumprimento de algumas medidas judiciais relacionadas com a administração da própria CPP e a contratação de funcionários temporários em algumas unidades. O governo do estado anunciou que a pasta ficaria sob o comando do coronel Glauber de Oliveira Santos, que chefiava a Polícia Militar.

    Por João Guilherme Lobasz, G1 Tocantins


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