Campo Grande (MS),

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    28/11/2017

    OCDE diz que economia brasileira deve crescer 1,9% em 2018

    A estimativa para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano permaneceu em 0,7%

    © DR
    A economia brasileira deve sair da recessão este ano e aumentar o ritmo de crescimento em 2018 e 2019, segundo projeções da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgadas nesta terça (28) em Paris. A estimativa para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano permaneceu em 0,7%. As informações são da Agência Brasil.

    Para 2018, a projeção subiu de 1,6% para 1,9%. Para a organização, em 2019 a economia vai crescer mais, chegando a 2,3%. Em 2016, a economia brasileira registrou retração de 3,6%.

    A OCDE destacou que -depois de oito trimestres consecutivos de queda- houve finalmente retomada do crescimento. "Inicialmente impulsionada pela agricultura, a recuperação agora parece cada vez mais ampla", diz o relatório de perspectivas econômicas.

    Para a OCDE, a expectativa é que o crescimento se intensifique, embora a confiança seja sensível à evolução política. A organização também destaca que a inflação está abaixo da meta, que tem centro em 4,5%. Isso permite taxas de juros menores, o que vai dar suporte à recuperação dos investimentos.

    "O crédito para as empresas continua a cair, mas o desemprego começou a diminuir", diz o relatório. A OCDE afirma ainda que a reforma da Previdência é crucial para assegurar o cumprimento da regra do teto dos gastos públicos e promover a sustentabilidade fiscal.

    CRESCIMENTO MUNDIAL

    A projeção da OCDE para o crescimento da economia mundial é de 3,6% este ano, com aumento para 3,7% em 2018 e leve redução para 3,6% em 2019. No relatório, a organização salienta que a economia mundial se fortaleceu, com estímulos monetários e fiscais sustentando uma melhoria ampla e sincronizada das taxas de crescimento na maioria dos países.

    Diz ainda há expectativa de melhora ligeira na economia em 2018, mas o crescimento permanece abaixo do período anterior à crise econômica mundial. 

    Fonte: NAOM - Com informações da Folhapress.


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