Campo Grande (MS),

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    domingo, 12 de novembro de 2017

    Liminar determina urnas separadas e “trava” eleição na Santa Casa

    Processo terá duas urnas; votos não podem ser apurados

    Duas chapas pleiteiam escolha da nova diretoria do hospital (Foto: Arquivo/Marcos Ermínio)
    Liminar exige urnas separadas e suspende a apuração de votos, na segunda-feira (13), quando associados da ABCG (Associação Beneficente da Santa Casa de Campo Grande) renovam metade dos conselheiros da entidade, responsáveis por escolher a nova diretoria.

    Integrante da chapa Gestão Sustentável e de Transparência, Mario Antonio Cavinatto de Mello recorreu ao Judiciário por conta do envio de vídeos supostamente institucionais por WhatsApp pelos adversários, entrega de medalhas e responsabilidade pela apuração.

    Ele ainda questionou a disponibilidade de três listas, no período de 1º a 9 de novembro, que divergem sobre o número de associados adimplentes entre 126 e 172 nomes. O documento, nesse caso, deveria ser entregue finalizado no registro das chapas no início do mês.

    Acatando alternativa do uso de duas urnas, para separar nomes informados fora do prazo, o juiz plantonista Thiago Nagasawa Tanaka decidiu pela continuidade da eleição, “ficando impedida a apuração das urnas até decisão judicial acerca da validade dos votos”.

    Eleição – Com repasse mensal de R$ 20,3 milhões do SUS (Sistema Único de Saúde), a nova diretoria da Santa Casa é definida depois da renovação de nove dos 18 conselheiros da entidade, responsáveis por indicar o próximo presidente para o biênio 2018/2019.

    Integrantes da Chapa 2, intitulada Centenário da Santa Casa, estão alinhados com a reeleição do advogado e ex-promotor Esacheu Nascimento no comando da entidade.

    São candidatos as nove vagas de conselheiro Alcides dos Santos, Antônio Moraes Ribeiro Neto, Carlos Ricartes de Oliveira, Cesar Quintas Guimarães, Gracita Hortência dos Santos Barbosa, Ivan Araújo Brandão, Marcos Alceu da Silva Villalba, Oscar Augusto Vianna Stuhrk e Tiago Souza Campos e Martins. O mandato, se eleitos, é de dois anos.

    A Chapa 1, denominda Gestão Sustentável e de Transparência, busca por sua vez elevar ao comando do hospital o economista Alfredo Sulzer, que já ocupou a vice-presidência.

    Sua base é composta por Antônio Carlos Mantero Espíndola, Antônio Urban Filho, Gete Ottaño da Rosa, Hélio Gustavo Bautz Dallacqua, Mário Antônio Cavinatto de Mello, Márcio Sorge Macedo, Nelson Pinato, Ricardo Augusto Bacha e Valdir Osvaldo Junior.

    Fonte: campograndenews
    por: Kleber Clajus


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