Campo Grande (MS),

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    16/11/2017

    Cúpula do PMDB vai se reunir para definir futuro do partido em MS

    André Puccinelli foi convidado a participar do encontro na manhã desta quinta

    © Arquivo
    Deputados do PMDB de Mato Grosso do Sul se reúnem nesta quinta-feira (16), às 11h30, para decidir se realizam a convenção do partido marcada para o próximo sábado (18), quando seria escolhida a nova direção regional do partido. Com a prisão do ex-governador André Puccinelli, entretanto, o evento não é mais certo.

    Estava definido que o novo presidente do diretório estadual seria André Puccinelli, com base no consenso entre as lideranças. Na última terça-feira (14), com a prisão de André na 5ª fase da Operação Lama Asfáltica, denominada Papiros de Lama, podem haver mudanças inclusive na escolha do nome que comandará a sigla para as eleições 2018.

    Segundo o atual presidente do PMDB, o deputado estadual Junior Mochi, a reunião nesta manhã, na sede do partido em Campo Grande, tem como objetivo principal a “realização ou não” da convenção e, caso seja mantida, será definida a composição de uma chapa de consenso. “Vamos deliberar isso hoje, não temos nada definido ainda”, diz Mochi.

    Para o deputado federal Carlos Marun, que vai participar do encontro, o nome de Puccinelli como líder do partido para o próximo ano é unanimidade entre os correligionários. “No partido, o nome do André é unanimidade. Mas vamos avaliar a atitude diante desse indevido constrangimento a que foi submetido nosso líder”, defende Marun.

    Tanto Marun quanto Mochi dizem que Puccinelli foi convidado a participar da reunião logo mais, porém, não está confirmada sua presença, assim como a dos senadores sul-mato-grossenses Waldemir Moka e Simone Tebet.

    “Temos que avaliar como ele está se sentindo depois dessa situação”, relata Marun, que defende a manutenção de Puccinelli como próximo presidente regional do PMDB em chapa única. “A minha opinião é que ela deve ser mantida”.

    Preso na operação Papiros de Lama, um dos desdobramentos da Lama Asfáltica, o ex-governador é acusado de liderar um grupo criminoso suspeito de superfaturar obras públicas, simular compras, cobrar propinas e lavar dinheiro.

    Fonte: campograndenews
    por: Richelieu Pereira


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