Campo Grande (MS),

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    27/11/2017

    Comandantes da PM se reúnem para reforçar segurança na Assembleia

    Esquema será colocado em prática amanhã na 2ª votação do projeto

    Manifestantes invadiram plenário na semana passada para tentar impedir primeira votação © Álvaro Rezende
    Comandantes das três maiores forças da Polícia Militar, em Campo Grande, se reuniram esta manhã com deputados estaduais para organizar o esquema de segurança que será colocado em prática amanhã na Assembleia Legislativa para a segunda votação da reforma da previdência de Mato Grosso do Sul. 

    Os comandantes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Wagner Ferreira da Silva, do Batalhão de Choque, Marcus Pollet e de Policiamento Metropolitano, Renato Tolentino, estiveram durante aproximadamente uma hora com o presidente da Casa, Junior Mochi.

    Tolentino, o último a deixar a reunião, confirmou que está sendo elaborada estratégia para garantir a segurança do local, que foi alvo de manifestações na quinta-feira (23), durante a primeira votação.

    O prédio da Governadoria também está com segurança reforçada. Na entrada principal há diversas grades de proteção já instaladas hoje como precaução para possíveis manifestações no local.

    Mesmo com a confusão registada na semana passada, a proposta do Executivo foi aprovada em primeira votação, por 15 votos favoráveis e 4 contrários. A proposta entregue pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) à Assembleia Legislativa, no dia 31 de outubro, prevê aumento das alíquotas de contribuição. O servidor elevaria sua parcela de 11% para 14% e o Executivo de 22% para 28%.

    Atualmente, o Governo apresenta déficit de até R$ 83,7 milhões mensais com a previdência. Se a proposta for aprovada pelos deputados, os gastos mensais caem para R$ 48,5 milhões. 

    Mas para representantes dos servidores, a proposta é prejudicial. “O governador quer por a mão em R$ 380 milhões que rendem R$ 12 milhões por mês. Mas devem acabar em seis meses no máximo e o problema não vai ser resolvido. Vamos lutar sim, vai ter confronto se necessário”, garantiu o presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária (Sinsap/MS), André Luiz Santiago.

    Fonte: CE
    Por: Natália Yahn


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