Campo Grande (MS),

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    17/11/2017

    Assembleia vai remanejar atividades da tarde em função da reforma

    Audiências serão feitas em outros locais e reuniões na sala da presidência 

    Reforma está sendo feita no sistema elétrico da Assembleia (Foto: Marina Pacheco)
    A Assembleia Legislativa vai remanejar as atividades no período da tarde, em função da reforma em todo sistema elétrico e de cabeamento de informática, que está sendo realizado no prédio, em Campo Grande. A intenção é promover audiências públicas em outros lugares e fazer reuniões de comissões e com servidores, na sala da presidência.

    O deputado Junior Mochi (PMDB), presidente da Assembleia, explicou que as atividades durante este período (tarde) não serão prejudicadas ou adiadas, apenas feitas em outros locais, tanto que algumas audiências, sobre o "rombo da previdência" e projeto "Escola sem Partido", já foram feitas em prédios fora da Assembleia.

    Mochi voltou a dizer que colocou a sala da presidência, que fica na ala superior da Assembleia, a disposição dos deputados, para reuniões sobre os projetos em tramitação e discussões entre partidos e comissões. "Quem quiser pode se reunir na presidência, estará aberta para os encontros, por isso não haverá prejuízo aos trabalhos".

    Expediente - A Assembleia divulgou, ontem (16), que o expediente dos funcionários será apenas no período da manhã, enquanto for feita a reforma. O horário será das 7h30 às 13h, chegando a 30 horas semanais e 6 (horas) diárias, de forma interrupta, exceto alguns serviços essenciais que continuam a tarde.

    A medida tem o objetivo de garantir a segurança dos funcionários, pois o prédio será reformado e haverá troca no sistema elétrico, cabeamento de informática e a substituição total do forro.

    Reforma - A Assembleia realizou reforma no sistema elétrico, para modernizar o setor, assim como a melhoria na rede da internet, que segundo a direção, terá uma ampliação em 100 vezes, melhorando a velocidade. O valor investido na obra será de R$ 3 milhões.

    A empresa Connect Fast Comércio e Serviços é quem está tocando a obra, que segundo o legislativo, representa uma economia nos cofres da instituição, porque o valor inicial do pregão (eletrônico) era de R$ 4,7 milhões, mas foi fechado com um preço menor (R$ 3 milhões).

    A estimativa é que sejam trocadas mais de 80 mil metros de cabos e outros 40 mil de elétrica nos 7 mil metros quadrados de construção da Assembleia. A expectativa é que os trabalhos não atrapalhassem o andamento dos setores, gabinetes e diretorias.
    Junior Mochi explicou que as atividades não serão prejudicadas, apenas remanejadas (Foto: Assessoria/ALMS)

    Fonte: campograndenews
    Por: Leonardo Rocha


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