Campo Grande (MS),

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    03/10/2017

    Deputados aprovam projeto sobre desfibrilador em locais públicos

    Deputados aprovaram o projeto na sessão desta terça-feira (Foto: Victor Chileno/ALMS)
    Deputados aprovam o projeto, que obriga a colocação de um aparelho "desfibrilador cardíaco", para atender casos de emergência, em locais que recebem mais de mil pessoas por dia, como shopping centers, estádios, ginásios esportivos, aeroportos, ferroviárias, universidades e academias, no entanto houve muitas ressalvas sobre a matéria.

    A proposta teve 15 votos favoráveis e três contra, porém foi analisado hoje (03) a legalidade e constitucionalidade da matéria, faltando analisar o mérito, na segunda votação. Muitos parlamentares já adiantaram que nesta segunda etapa, vão avaliar melhor e podem se posicionar contra.

    O deputado Paulo Siufi (PMDB) questionou que estes locais teriam que ter uma equipe preparada, com um médico, para avaliar e tomar a decisão sobre o uso de "desfibrilador", pois a sua utilização de maneira errada, pode trazer graves riscos a saúde e até causar a morte. "Elas não terão condições de dispor desta equipe, está faltando médicos até nas unidades de saúde".

    Felipe Orro (PSDB), autor do projeto, explicou que na sua matéria se especifica que compete ao estabelecimento ter uma equipe preparada e ainda fazer treinamento de pessoal, para o manuseio e utilização do aparelho, como também poder realizar procedimentos de ressuscitação cardiorrespiratória.

    "Segundo os cardiologistas, o ideal é que o paciente infartado ou com arritmia cardíaca tenha o necessário e adequado socorro médico nos primeiros cinco minutos, o que seria possível com o desfibrilador cardíaco externo. Outros países vêm recomendando a utilização do aparelho em locais públicos", ponderou Orro.

    O projeto segue para as comissões do mérito, para depois ser votado novamente em plenário. Se tiver a segunda aprovação, vai ser encaminhado para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

    Fonte: campograndenews
    Por: Leonardo Rocha


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