Campo Grande (MS),

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    05/10/2017

    Deputado Cabo Almi reprova o reajuste salarial 2,94% aos servidores e a política equivocada de repasses aos municípios

    © Divulgação/ALMS
    Em pronunciamento da tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado Cabo Almi(PT) fez severas críticas ao governador Reinaldo Azambuja por não ter atendido as reivindicações de reajuste salarial dos servidores do Estado, concedendo apenas um minúsculo reajuste de apenas 2,94%, bem abaixo da inflação do período, penalizando os servidores no poder de compras e na qualidade de vida de suas famílias.

    Cabo Almi asseverou que houve aumento de tudo, desde a gasolina, ao gás de cozinha, a cesta básica e também do salário mínimo acima de 5% que é a base referencial para quase tudo. Falta de dinheiro não é, haja vista que, “esta casa aprovou todos os projetos do governo e teve o meu apoio e de nossa bancada do PT, pois entendíamos que os recursos novos eram para fortalecer os cofres do governo e este atender as demandas do Estado e permitir um reajuste salarial decente aos servidores que são a mola mestre que sustenta a máquina pública do Mato Grosso do Sul”.

    O governo do PSDB não pode reclamar de pouco dinheiro no caixa, esta casa aprovou tudo o que o governador mandou, desde aumento de impostos taxando bebidas alcoólicas, refrigerantes, cosméticos e até o ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação), os depósitos judiciais e agora o Refis (para regularizar os créditos do Estado decorrentes de débitos relativos a tributos e contribuições).

    Mesmo com o caixa abastecido, o governador se negou a conceder um reajuste decente para os servidores, usando o argumento de que se o fizesse, não poderia pagar o 13º salário. Isso é inconcebível, é terrorismo puro para amedrontar os servidores e por consequência, os fornecedores e o comércio em geral.

    Por outro lado, o parlamentar desaprovou a atitude do governo de não fazer os repasses constitucionais aos municípios. “é errado matar os municípios, essa é uma política equivocada e não recebe o nosso apoio, concluiu Cabo Almi.

    Fonte: ASSECOM


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