Campo Grande (MS),

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    sábado, 7 de outubro de 2017

    Depois de levar tiro na cabeça, homem é abandonado em calçada

    O que de fato aconteceu com Reginaldo ainda é mistério entre os moradores do bairro

    Reginaldo bebia com um grupo de amigos no momento do crime (Foto: Marcos Ermínio)
    Reginaldo Rodrigues de Carvalho, de 27 anos, teria sido deixado sozinho pelos amigos depois de ser atingido por um tiro na cabeça, na madrugada deste sábado (7). No momento em que o crime aconteceu, o rapaz bebia com um grande número pessoas em frente a uma residência da Rua Manoel Pereira da Silva, no Jardim Campo Verde, em Campo Grande.

    O que realmente aconteceu com Carvalho ainda é mistério no bairro. Enquanto uns alegam que o autor do crime estava em um carro branco, outros afirmaram que o suspeito se aproximou da vítima em uma motocicleta. Para a família, o assassino de Reginaldo era um de seus amigos, com quem ele andava frequentemente.

    O possível autor já foi identificado pela polícia. Familiares da vítima afirmaram que o suspeito estaria foragido do sistema prisional de Campo Grande e já teria passagem por homicídio, além de uma longa ficha criminal.

    A única certeza, que é compartilhada pelos vizinhos, é de que Carvalho bebia com um grupo de amigos em frente a uma residência da rua. Depois do crime, todo grupo de dispersou, deixando o rapaz caído na calçada, gravemente ferido e sozinho. As testemunhas teriam ido para a casa da mãe do rapaz.


    Marli conhecia Reginaldo desde criança (Foto: Marcos Ermínio)
    O marido de Márcia Araujo Alegre, de 23 anos, estava entre o grupo. Ela contou a equipe de reportagem que só soube do crime quando o esposo a chamou, e já chorando afirmou que tinham “feito uma trairagem com o Reginaldo”.

    O Corpo de Bombeiros e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados. Os médicos fizeram massagem cardíaca na vítima e o encaminharam para o Centro Regional de Saúde do Nova Bahia, mas ela não resistiu ao ferimento. O tiro atingiu a lateral direita da cabeça de Carvalho, próximo ao ouvido.

    Conhecido no bairro, vizinhos do local em que o crime aconteceu descreveram Carvalho como um homem trabalhador e sem antecedentes. “Conheço ele desde pequenininho, nunca se envolveu em nenhuma confusão”, lamentou a pensionista Marli Aparecida Monteiro da Silva, de 51 anos.

    Segundo os vizinhos, Carvalho trabalhava na construção de pontes e passava a maior parte do tempo viajando. Só recentemente, quando assumiu a guarda da filha após se separar da mulher, começou a ficar com mais frequência na Capital. O caso é investigado pelo GOI (Grupo de Operações e Investigações).

    fonte: campograndenews
    por: Geisy Garnes e Bruna Kaspari


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