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    quarta-feira, 18 de outubro de 2017

    CASO MAYARA| Encontrado em bar, celular de preso por morte de Mayara passará por perícia

    Celular de suspeito estava perdido em bar que fica no Centro

    Luís Alberto Bastos Barbosa, apontado pela polícia como o autor do assassinato de Mayara - Valdenir Rezende
    Quase dois meses após o crime, um aparelho celular encontrado em um bar na Rua 15 de Novembro servirá como prova no caso sobre a morta da violonista Mayara Amaral, 27 anos. O aparelho seria de Luís Alberto Bastos Barbosa, de 29 anos, apontado pela polícia como o principal suspeito do assassinato. Ele está preso.

    Conforme o processo referente ao caso, desde que foi preso, no dia 26 de julho, Barbosa alegava ter perdido o aparelho em um bar, alguns dias antes do crime.

    No mês de setembro, uma funcionária do bar procurou a 3ª Delegacia de Polícia e entregou o aparelho. Ela disse que encontrou o celular no bar e o carregou para que pudesse ligar e identificar o dono. Ao conseguir acessar o aparelho, percebeu que pertencia ao acusado e decidiu entregá-lo às autoridades.

    Com o celular em mãos, no dia 5 de outubro, a delegada que investiga o caso, Gabriela Stainle, da Defurv (Delegacia Especializada em Roubos e Furtos a Veículos), decidiu solicitar à justiça a realização de perícia no aparelho, pois considera que o conteúdo armazenad como fotografias, conversas via aplicativo ou sms, ligações efetuadas e recebidas, entre outros, poderão revelar informações relevantes aos crimes pelos quais o denunciado está sendo acusado.

    Barbosa responde por latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver. A defesa havia solicitado à Justiça um pedido de incidente de insanidade metal e dependência toxicológica.

    A solicitação foi negada pelo juiz Wilson Leite Corrêa, da 4ª Vara Criminal de Campo Grande, que levou em consideração a falta de provas e prontuários médicos que indicassem que o réu já tivesse passado por tratamento.

    CRIME

    O corpo de Mayara foi encontrado desfigurado em estrada que leva à região do Inferninho, em Campo Grande, no começo da noite do dia 24 de julho. 

    O inquérito da Polícia Civil sobre o assassinato foi entregue ao Ministério Público Estadual (MPE) no dia 7 de agosto.

    Foram ouvidas 20 testemunhas sobre o caso e o documento foi finalizado com 300 páginas, onde delegada responsável pelo caso, Gabriela Stainle, da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), concluiu que Luís agiu sozinho.

    No inquérito policial, Luís foi indiciado por latrocínio e ocultação de cadáver. Outras duas pessoas foram presas sob suspeita de envolvimento no crime. Ronaldo da Silva Olmedo, 30 anos, conhecido como Cachorrão, foi indiciado por tráfico de drogas. Anderson Pereira, 31, acabou indiciado por receptação do veículo de Mayara.

    Fonte: CE
    Por: LUANA RODRIGUES


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