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    segunda-feira, 4 de setembro de 2017

    OPINIÃO| Por que a popularidade de Bolsonaro não para de crescer?

    Chamado de "Mito" pelos seus apoiadores, Bolsonaro tem mais de quatro milhões de seguidores nas redes sociais © Divulgação
    Jair Messias Bolsonaro – que possivelmente disputará as eleições presidenciais no ano que vem – é o único dentre todos os candidatos em potencial que realmente é de direita, apesar de, lamentavelmente, existir na esfera eleitoral, entre indivíduos que se julgam conservadores, simpatizantes do progressista João Dória, atual prefeito de São Paulo, vinculado ao PSDB, e contumaz discípulo do socialista fabiano FHC. Mas por que razão, apesar de ser constantemente negligenciado pelos veículos midiáticos mainstream, a popularidade do deputado Jair Bolsonaro não para de crescer?

    A principal dessas razões diz respeito ao enorme, monumental descontentamento da população brasileira com relação às políticas tão ardorosamente defendidas pela esquerda, bem como à corrupção e à catastrófica recessão financeira que tornaram-se o monstruoso legado do governo petista. Uma herança sórdida e sombria, que o ressentimento do brasileiro não o permitirá esquecer por muito tempo. Mas o descontentamento não fica restrito apenas a estes corrosivos sintomas: a arrogância, a prepotência, a intransigência, a agressividade, o caráter bestial e beligerante, o panfletário totalitarismo ideológico, a tóxica, hostil e impertinente maledicência, e a incapacidade generalizada em assumir erros – para citar apenas algumas de suas faltas –, exasperaram de vez a população brasileira com relação às letais e vociferantes demagogias esquerdistas. Hoje, podemos conclusivamente afirmar que o brasileiro comum, completamente saturado de tudo o que está relacionado à esquerda, está desesperado para escapar de um próximo mandato esquerdista. E vê em Jair Messias Bolsonaro uma ótima opção para isso. 

    Frequentemente rotulado como homofóbico, racista e até mesmo nazista pela extrema-esquerda, Bolsonaro não processa caluniadores por acreditar que isso fere a liberdade de imprensa © Divulgação
    Com uma pauta que pretende reforçar especialmente a questão da segurança pública, o brasileiro comum vê em Bolsonaro um lapso de esperança. Na questão da criminalidade, a esquerda, com seu extraordinário fetiche por criminosos, bandidos e contraventores de toda espécie – estando na atual conjuntura plenamente engajada em uma intensa e funesta bandidolatria – insiste no cínico e fracassado estatuto do desarmamento, que nunca promoveu uma queda no colossal índice nacional de homicídios, que hoje qualifica o Brasil como o quinto país mais violento do mundo. Com Bolsonaro, a legalização do porte de armas pode se tornar uma realidade. Como a esquerda é profundamente imoral e desumana, prefere deixar o cidadão comum vulnerável à criminalidade, e se este for assassinado, para a esquerda o interesse é defender e proteger o criminoso e seus supostos direitos, ignorando tudo aquilo que houve com a vítima. A esquerda trata homens como se fossem crianças: um indivíduo nunca é responsável pelas atrocidades que comete. Se for um criminoso, um homicida, um contraventor, ele sempre será rotulado como uma “vítima da sociedade”. E o brasileiro está profundamente cansado deste discurso impreterivelmente sádico e vitimista. Ele quer adquirir o seu direito inerente de proteção à vida, algo que a esquerda insiste em negar. 

    Evidentemente, o brasileiro está consciente do fato de que, se votar em um candidato de esquerda, absolutamente nada irá mudar. O país possivelmente se tornará uma Venezuela de proporções continentais, com agravamento da recessão, um setor público cada vez mais hiperinflado, defasado e ineficiente, políticos ultrabilionários, reajustas constantes para os servidores, aquisição e extensão de privilégios, e a expansão da crise na segurança. A displicência da esquerda com questões de segurança é efetivamente expressiva, e isso preocupa sobremaneira o brasileiro comum, que está terrivelmente desgastado com o alienado discurso esquerdista, que não é nem um pouco compatível com os seus padrões de realidade. O brasileiro está profundamente desesperado por alguém que queira ouvi-lo, que se mostre interessado em resolver as suas carências, e apresente um discurso coerente, interessado em atender a real substância de suas necessidades. Bolsonaro faz com que o eleitor – o brasileiro comum, aquele indivíduo completamente esquecido, vilipendiado, negligenciado e menosprezado pela esquerda – sinta-se relativamente amparado. 

    É evidente que, sendo um único homem, os eleitores de Bolsonaro devem ser razoáveis em suas expectativas. Ele não vai conseguir mudar o país, ao menos, não do dia para a noite, e certamente – caso seja eleito –, encontrará muita oposição, especialmente, porém não unicamente, da esquerda. Quando abordado sobre quais seriam as suas propostas econômicas, a exploração de minérios como grafeno e nióbio, repetidas exaustivamente pelo deputado, são frequentemente escarnecidas nas redes sociais. De acordo com algumas opiniões – que se dividem muito neste tópico em particular – Bolsonaro estaria particularmente obcecado pela prospectiva exploração dos minérios em questão. Outros afirmam que ambos não seriam suficientes para gerar uma riqueza substancial ao país, pois beneficiariam apenas um pequeno grupo envolvido na extração. Alguns observadores pontuam sua relutância em abordar o assunto, e não raro Bolsonaro mostra-se evasivo. Outros ainda afirmam que, com relação a pautas econômicas, Bolsonaro é demasiadamente fraco por não ter elaborado, até o momento, uma agenda sólida para o setor.

    Não há dúvida nenhuma de que, sendo apenas um ser humano, Jair Messias Bolsonaro não pode salvar o Brasil. Mas pode realizar uma política diferente de tudo o que tem sido feito até agora. De fato, ao colocar a segurança em primeiro lugar, à frente da economia, Bolsonaro mostra sensatez e lucidez. Da mesma forma, a ausência de comprometimento e de pautas eficientes com relação a questões de segurança por parte da esquerda é igualmente preocupante. Completamente negligente e displicente, é palpável a total ausência de preocupação da esquerda pela manutenção da vida e da segurança do cidadão brasileiro. A popularidade do deputado vem crescendo justamente porque a população vê em Bolsonaro uma possível solução para todas as carências auferidas pelas políticas esquerdistas. A mensagem de Bolsonaro, até o momento, tem sido bem clara: a esquerda não se importa com a segurança do cidadão brasileiro, mas a direita, sim! 




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