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    segunda-feira, 11 de setembro de 2017

    OPINIÃO| Direitos dos Manos: O esterco da vagabundagem

    É possível erradicar a bandidolatria prevalecente hoje na política e na legislação brasileira?

     O deputado Jair Messias Bolsonaro, para quem os direitos humanos não passam de uma prerrogativa que desculpa a criminalidade
    Para o brasileiro, não é segredo nenhum que os tais direitos dos manos - tão arduamente defendidos pela sociedade protetora dos marginais - é uma indescritível, odiosa e hostil ofensa trágica, nefasta, purulenta, repulsiva e repugnante que infecta hoje a sociedade brasileira com a dupla função de defender bandidos, criminosos, homicidas, estupradores e contraventores da pior espécie, e ferrar ostensivamente o cidadão comum, sendo mais uma destas “beneméritas” e “altruístas” interpolações da esquerda, que existe com o objetivo de edificar uma fachada de benevolência para algo que na verdade é absolutamente prejudicial, depravado e maligno. Com o evidente propósito de oprimir, brutalizar e menosprezar o cidadão comum em face do perigo e da violência, e ainda proibi-lo de portar uma arma para se defender - é desnecessário especificar o que está nas entrelinhas, querem facilitar o assassinato de indivíduos inocentes - os direitos dos manos são defendidos por vagabundos imprestáveis, em um sistema de inversão de valores que se preocupa demasiadamente com os criminosos, e manifesta um absurdo desprezo absoluto pelas vítimas. 

    Os direitos dos manos são apenas um dentre muitos sintomas de uma sociedade profundamente esquerdizada. Como a esquerda, em toda a sua grotesca e permissiva infantilidade não reconhece a existência do mal, ela geralmente culpa a pobreza por todos os crimes. Mas a verdade é que crimes gerados pela necessidade, como um indivíduo que rouba uma maçã porque está com fome, por exemplo, raramente resultam em fatalidades. Por outro lado, crimes qualificados como ostensivamente graves e de alta periculosidade, como latrocínio, assalto, sequestro ou estupro, ocorrem principalmente em função da malevolência do agressor, e não por uma suposta carência. A ausência de penalidades severas, como a pena de morte, apenas tornam os crimes mais frequentes. Em decorrência disso, os contraventores atualmente sabem calcular muito bem os riscos de suas ações ilícitas. Tendo plena consciência da completa e total ausência de uma punição ostensiva - hoje plenamente auferida pelo garantismo penal - delinquentes, bandidos e criminosos profissionais encaram com naturalidade a execução de atividades ilícitas, realizando-as com frequência cada vez maior. 

    No entanto, na hora do confronto, ao contrário do que muitos acreditam, não é possível conversar com os criminosos, tampouco convencê-los a tomar um chá, ou resolver a situação de forma mais civilizada, através de uma partida de xadrez, ou de um jogo de dominó, por exemplo. Na noite de domingo, dia 3 de setembro, uma tentativa de assalto realizada no Morumbi, em São Paulo, resultou na morte de dez criminosos. Todos eles pertenciam a uma quadrilha - que vinha sendo investigada há meses pela polícia, sendo responsável por, no mínimo, vinte crimes - que especializou-se em assaltar e roubar residências em zonas nobres da capital.
    Com a irrefreável onda de violência que toma conta do país, defender-se há muito deixou de ser um privilégio, e passou a ser uma necessidade
    O confronto, felizmente, resultou na morte dos criminosos, e nenhum policial foi ferido. No entanto, não demorou para que a deputada Maria do Rosário - conhecida entre os seus ardorosos entusiastas pela graciosa alcunha de Maria dos Presidiários, árdua defensora e legítima representante dos direitos dos manos -, exigisse uma explicação à respeito do ocorrido. Uma atitude do seu maior desafeto, o deputado Jair Messias Bolsonaro - temido e vilipendiado por toda a esquerda, conhecido por seus posicionamentos considerados polêmicos e controversos - causou enorme repercussão há vários meses atrás, quando o deputado apareceu em uma foto segurando uma camiseta onde estava escrito “Direitos Humanos: Esterco da Vagabundagem”. Não obstante, isso incomoda por tratar-se de uma verdade. Não vemos indivíduos representantes dos tais “Direitos Humanos” envolvidos quando as vítimas são civis ou policiais, mas lá estão eles para garantir os supostos direitos de criminosos e contraventores, dos perigosos aos mais assassinos. Defendem ainda penas simbólicas, e que tais indivíduos retornem ao convívio social assim que for possível, para que fiquem à vontade em fazer mais vítimas, saciando assim a voracidade e a brutalidade de seus pérfidos instintos animalescos, de acordo com a irracionalidade indeferida por seus comportamentos bestiais. 

    Não há dúvida nenhuma de que os direitos dos manos são sim, algo profundamente maligno e abominável. Esta pasta não apenas deve ser erradicada, mas todos aqueles que fazem apologia desta excruciante e sádica aberração devem ser reeducados. Os direitos dos manos servem apenas para reinterpretar e relativizar padrões morais, e perpetuar a prática do mal. Sem dúvida nenhuma, é responsável por relativizar a violência e a própria criminalidade, além de sancionar penalidades demasiadamente irrisórias para criminosos de alta periculosidade, permitindo que os mesmos retornem ao convívio em sociedade depois de cumprirem sentenças impreterivelmente medíocres, colocando desta maneira a vida de cidadãos em risco, e permitindo que criminosos exerçam impunemente suas vilipendiosas e nocivas práticas predatórias. 

    A extinção dos direitos dos manos, além de fundamental, é extremamente necessária para libertar a população de uma escravidão mental dilacerante, que sufocou a moralidade em benefício de uma inversão de valores que não faz absolutamente nada pela segurança do cidadão brasileiro.



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