Campo Grande (MS),

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    segunda-feira, 11 de setembro de 2017

    Carlão é autor de Lei sobre prevenção ao suicídio e ressalta a importância de se falar sobre o tema

    © Divulgação
    Na manhã desta segunda-feira (11) o vereador Carlos Augusto Borges (Carlão PSB), 1º secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Campo Grande, ressaltou a importância de ações de prevenção ao suicídio. No último dia 10 de setembro comemorou-se o Dia Internacional de Prevenção ao Suicídio, a data marca o início da campanha "Setembro Amarelo". O parlamentar é autor da Lei 5.613/13 que dispõe sobre a implantação de medidas de prevenção ao suicídio nas escolas municipais e destaca a necessidade de falar sobre o assunto.

    “A Lei de minha autoria prevê medidas de prevenção ao suicídio na rede municipal de educação. Visando alertar e promover o debate na escola e na comunidade acerca da questão do suicídio, suas possíveis causas e indicadores, auxiliando educadores, pais, familiares e outras pessoas a reconhecerem uma situação de risco de suicida potencial. O intuito é contribuir para a redução dos casos de suicídio entre crianças, pré-adolescentes e adolescentes na Capital. Mas infelizmente ainda não foi regulamentada. Estou oficiando o prefeito e a secretaria para cobrar sua execução”, detalhou.

    Em execução a Lei estabeleceria uma diretriz para ações integradas envolvendo a população, órgãos públicos e instituições privadas, visando ampliar o debate sobre o problema sob o ponto de vista social e educacional, estimulando o desenvolvimento de ações, programas e projetos na área da educação e prevenção.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio representa 75% da principal causa de morte entre jovens. São mais de 12 mil casos por ano. Em 2012, Mato Grosso do Sul foi o terceiro Estado com mais suicídios do país, um índice de 8,4 suicídios para cada 100 mil habitantes. Existem muitos registros de suicídios de índios, principalmente crianças e adolescentes. A grande maioria dos casos está relacionado a depressão. 

    Fonte: ASSECOM
    Por:  Janaína Gaspar


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