Campo Grande (MS),

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    terça-feira, 15 de agosto de 2017

    Secretário pede reforço do Ministério da Saúde em acordo com Santa Casa

    Deputado Paulo Siufi, presidente da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa (Foto: Leonardo Rocha)
    A intermediação da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa no impasse entre a Santa Casa, o Governo do Estado e a Prefeitura de Campo Grande, terá o reforço de um representante do Ministério da Saúde, que deve ser definido nesta quarta-feira, 16, disse o deputado Paulo Siufi (PMDB), presidente da Comissão.

    Segundo ele, o secretario municipal de Saúde, Marcelo Vilella, irá amanhã a Brasília para uma série de reuniões no Ministério da Saúde e aproveitará para solicitar oficialmente ao ministro Ricardo Barros a indicação de um representante na reunião que terá como pauta o novo acordo de repasse mensal de recursos para a Santa Casa de Campo Grande.

    Atualmente, juntos o Governo do Estadual, Governo Federal e prefeitura repassam mensalmente R$ 20 milhões, e a direção da Santa Casa reivindica um aumento para R$ 23 milhões sob a justificativa de que o adendo de R$ 3 milhões resolveria o problema de déficit orçamentário.

    “Estamos defendendo a participação de um representante do Ministério da Saúde, até pelo fato do Governo Federal ser um grande contribuinte da Santa Casa. Entendemos que os três poderes juntos seja definido o novo contrato de repasse de recursos”, disse Paulo Siufi.

    Ainda de acordo com o parlamentar, a Comissão de Saúde já solicitou ao Governo do Estado para que retome o repasse de R$ 2,5 milhões e não R$ 2 milhões como vem ocorrendo desde o mês de junho.

    “A parte do governo era de R$ 2 milhões, e o governador (Reinaldo Azambuja) firmou um acordo de repassar mais R$ 500 mil, mas esse extra foi suspenso, e já pedimos para que o Governo do Estado volte a repassar R$ 2,5 milhões”, explicou.

    Prestação de contas – Paulo Siufi revelou que a Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa quer ter acesso aos gastos da Santa Casa referentes ao ano de 2016 e o primeiro semestre de 2017. “Queremos ver a prestação de contas para saber se a Santa Casa está fazendo uma boa gestão e aplicação dos recursos públicos”, declarou.

    Fonte: campograndenews
    Por: Paulo Nonato de Souza e Leonardo Rocha


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