Campo Grande (MS),

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    08/08/2017

    Santa Casa de Campo Grande mantém estratégia de maio para acabar com superlotação

    Reunião com Ministério Público do Estado e Secretaria Municipal de Saúde foi realizada na segunda-feira (7).

    Ambulância impedida de entrar no pronto-socorro da Santa Casa de Campo Grande no dia 2 de agosto (Foto: Sérgio Saturnino/TV Morena)
    A Santa Casa de Campo Grande vai manter a estratégia de atender apenas casos de urgência e emergência para tentar acabar com o problema de superlotação no pronto-socorro que fechou os portões para ambulância desde o dia 2 de agosto. Uma reunião com Ministério Público do Estado (MP-MS) e Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) foi realizada na segunda-feira (7).

    Segundo a assessoria da Santa Casa, em maio de 2017 havia sido decidido suspender o atendimento de casos de baixa complexidade. Mas pacientes de área verde que voltavam ao hospital depois de procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) sem solução do problema eram atendidas.

    A assessoria da Secretaria do Estado de Saúde (SES) informou que o secretário Nelson Tavares não participou da reunião.

    A Sesau afirmou que desde o acordo de maio foi implantada uma unidade de acolhimento para encaminhar a “demanda espontânea” às unidades de saúde. Desde então foram encaminhados 1,8 mil pacientes do pronto-socorro do hospital.

    Conforme a Sesau, são considerados pacientes em estado grave aqueles que se enquadram entre as categorias de trauma, neuro e queimados.

    Desde o fechamento dos portões no início do mês, a 32ª Promotoria de Justiça da Saúde Pública de Campo Grande instaurou procedimento para apuração dos fatos, com notificação dos secretários estadual e municipal de Saúde para que adotassem as medidas necessárias para que os pacientes do SUS não fossem prejudicados por causa da redução do atendimento.

    De acordo com o MP, os pacientes de urgência e emergência continuam sendo recebidos no pronto-socorro, na medida da capacidade instalada, desde que regulados pela Central de Regulação.

    Por Juliene Katayama, G1 MS


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