Campo Grande (MS),

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    segunda-feira, 21 de agosto de 2017

    Em Campo Grande, ministro diz que não falta recurso para universidades públicas

    O ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, durante entrevista nesta segunda-feira na Assembléia Legislativa, em Campo Grande (Foto: Leonardo Rocha)
    A tese sobre inviabilização de recursos para as universidades públicas no Brasil não tem fundamento na realidade, disse o ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, nesta segunda-feira, 21, em Campo Grande, ao chegar para a posse da primeira diretoria do Crie-MS (Conselho de Reitores de Instituições de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul), na Assembléia Legislativa.

    “Não falta recurso, muito pelo contrário. Temos um orçamento para 2017 e acabamos de autorizar a liberação de mais 5% do ponto de vista da nossa previsão orçamentária para as universidades federais. Qualquer gestor precisa saber lidar com escassez de verbas. Por isso o foco tem que ser no essencial, elencar prioridades, e seguindo esse princípio não faltarão recursos”, declarou o ministro.

    Ainda sobre a questão dos investimentos nas universidades públicas, o ministro lembrou que a liberação de recursos e autorização da obra da maternidade da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) é um dos seus compromissos nesta segunda-feira em Campo Grande.

    “Estamos autorizando uma nova obra de mais de R$ 50 milhões. Com certeza isso contradiz boa parte dessa tese da falta de recursos para as universidades”, comentou ele. Desses R$ 50 milhões anunciados pelo ministro, R$ 33 milhões estão sendo liberados para a UFGD com o convênio assinado nesta segunda-feira.

    De acordo com o ministro, o presidente Michel Temer assumiu o poder em 31 de agosto de 2016 com 700 obras paralisadas na área da educação e desde então quase todas já foram finalizadas. “Isso se faz na medida em que se divide as prioridades e elege as principais”, ressaltou.

    Sobre o Crie-MS, que terá o reitor da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), Fábio Edir, como primeiro presidente, com o reitor da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), o padre Ricardo Carlos, na vice-presidência, o ministro da Educação disse que este é um fato positivo e um momento para celebrar.

    “Esta integração de universidades públicas com universidades particulares é muito importante na medida em que elas se juntam para criar ações para melhorar a educação superior. Com certeza, essa união tem toda a simpatia do Ministério da Educação”, frisou Mendonça Filho.

    O Conselho de Reitores de Instituições de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul é formado por representantes da UEMS (Univerisdade Estadual de Mato Grosso do Sul), UFMS(Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) e Uniderp.

    Fonte: campograndenews
    Por: Paulo Nonato de Souza e Mayara Bueno


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