Campo Grande (MS),

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    09/08/2017

    Deputado João Grandão pede fortalecimento da Educação no campo e comemora 11 anos de Lei

    © Victor Chileno/ALMS
    Em discurso na tribuna durante sessão ordinária desta quarta-feira (9/8), o deputado João Grandão (PT) demonstrou apoio aos acadêmicos do curso de licenciatura em Educação do campus da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), que ocupam o prédio da reitoria, na Vila Progresso, em protesto pela não abertura do processo seletivo do curso nesse semestre. Segundo o parlamentar, a manifestação é pacífica e legítima e é preciso fortalecer a Educação no campo e não suprimi-la das ofertas de cursos.

    “Esse é um curso que promove a inclusão, pois muitos alunos são indígenas, filhos de assentados, oriundos de diversas partes do Estado e que foram acolhidos pela UFGD, mas que agora não realizou um novo vestibular e causou um constrangimento social. Faço um apelo para que a UFGD retome o acesso a esse curso e dou meu apoio à reivindicação dos alunos. Existe sim um processo de discriminação em relação a esse curso, porém é preciso reconhecer que a educação no campo é um direito e não uma esmola”, ressaltou o deputado.

    Lei Maria da Penha 

    Além do fortalecimento educacional, o deputado usou a palavra para comemorar os avanços advindos da Lei Maria da Penha (Lei Federal 11340/2006), que completou 11 anos no combate à violência contra a mulher. Mato Grosso do Sul é o estado com maior taxa de mulheres vítimas de violência sexual, física ou psicológica que buscam atendimento em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo o Mapa da Violência 2015 – Homicídio de Mulheres no Brasil. Confira o estudo completo do feito pela Flasco Brasil clicando aqui

    “A questão da violência faz parte do dia de milhões de mulheres e há aquelas que sofrem muito mais pelo fato de ser negra, indígena e mulher. No Estado os índices são assustadores. Por isso queria registrar o quão foi importante essa iniciativa da Lei. Temos muito que avançar, mas devemos reconhecer o governo do Partido dos Trabalhadores [Lula e Dilma Rousseff] pela coragem de trazer a Casa da Mulher Brasileira para Campo Grande, a primeira no Brasil e que deu uma outra visibilidade e atenção, colocando pessoas competentes e ampliando o debate. Faço também um apelo para que a Casa possa continuar a cumprir seu papel na defesa da mulher”, finalizou.

    A Casa da Mulher Brasileira está situada na Rua Brasília, s/nº, Jardim Imá, em frente ao Aeroporto Internacional de Campo Grande. Para informações ligue (67) 3304-7559 ou o disque-denúncia é pelo número 180, com ligação gratuita e garantia de anonimato.

    Fonte: ASSECOM
    Por: Fernanda Kintschner 


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