Campo Grande (MS),

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    domingo, 16 de julho de 2017

    Servidor público é preso depois de vender terrenos da prefeitura

    Já tinha vendido um terreno por R$ 5.700

    © Reprodução
    Ao vender um terreno da prefeitura de Paranaíba distante 407 quilômetros de Campo Grande, um servidor público lotado na câmara de vereadores da cidade acabou preso pela polícia da cidade depois que um comprador teria ido até a prefeitura para buscar informações sobre a regularização do terreno.

    João Maria do Santos de 54 anos, conhecido como Santinho, funcionário público lotado como assessor de imprensa na Câmara Municipal de Paranaíba, foi preso na última quinta-feira (13), quando a vítima moradora da cidade de Tanabi, em São Paulo, teria ido ao município e ao receber a informação de que o terreno que ela tinha comprado era da prefeitura marcou um encontro com João.

    Quando se encontraram fingindo querer informações sobre a realização da compra, ele acabou preso pela polícia sendo levado para a delegacia. No veículo do servidor público, os policiais encontraram vários envelopes contendo documentos da prefeitura nitidamente falsificados.

    A vítima disse que comprou o terreno do funcionário conhecido como ‘Santinho’ em 2015, e que na época deu para a irmã que mora no município o valor de R$ 5.700 para que fossem repassados a João.

    De acordo com o site JP News, já em 2016 ‘Santinho’ teria cobrado o valor de R$ 700 para fazer a ligação de água no terreno adquirido pela vítima. A mulher e o marido ainda teriam ido por duas vezes com ele para ver o terreno comprado.

    Já na última quinta-feira (13) ao sair de Tanabi para procurar por informações sobre o terreno foi informada de que os documentos eram falsos e que o terreno era do município. Em março deste ano, um funcionário da prefeitura da cidade fez um boletim de ocorrência pela venda de terrenos do município.

    Os terrenos negociados tinham sido doados por um empresário ao município para a construção de uma área de lazer, uma praça. Um homem de 51 anos a época disse que teria comprado um terreno de um funcionário da prefeitura.

    Fonte: Midiamax
    Por: Thatiana Melo
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