Campo Grande (MS),

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    quinta-feira, 27 de julho de 2017

    Reformas precisam continuar apesar das polêmicas, diz Reinaldo

    Para o governador, reformulação serve para cortar privilégios de alguns setores

    Presidente da Fiems, Sérgio Longen, com o governador de MS, Reinaldo Azambuja (PSDB).(Foto: Marcos Ermínio).
    Apesar das polêmicas, as reformas que ocorrem no País são necessárias e devem continuar, avaliou o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). O chefe do Executivo participa da inauguração da Escola de Construção do Senai, em Campo Grande, nesta quinta-feira, 27.

    “A sociedade tem de fazer uma reflexão porque é preciso uma reforma estruturante no País. Foi um avanço a reforma trabalhista, em relação ao capital e ao trabalho. É uma questão que precisa avançar, apesar das polêmicas”, comentou.

    A reforma trabalhista já foi sancionada e previdenciária, assim como as demais, ainda estão em andamento. No entanto, diversas pessoas e setores da sociedade são contrários às mudanças, justificando retrocesso e perda de direitos, a exemplo do que ocorreu na reforma relacionada ao trabalho.

    Mas, para Reinaldo, a reformulação da Previdência, por exemplo, serve para “cortar privilégios de alguns setores públicos”. “Porque o ônus está sendo pago por todos nós e existe muito corporativismo para impedir as mudanças”.

    Também participando da inauguração, que começou há pouco, o presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, agradeceu os parlamentares que votaram a favor da reforma trabalhista, pedindo que tenham o mesmo entendimento na análise das demais reformulações.

    Porém 

    Ainda em entrevista, o governador disse ser a favor das delações premiadas, mas afirma que o problema é “condenação sumária” prejudicando o direito “de ampla defesa”. “Palavras de bandidos não pode ser sentenças, pois o delator fala a verdade de quem lhe convém”.

    Reinaldo foi citado na delação dos donos do JBS, que atribuem ao governo de MS irregularidades na concessão de incentivos fiscais. Afirmam a cobrança de propina, no caso do atual governo, R$ 45 milhões, em troca de benefícios.

    Fonte: campograndenews
    por: Mayara Bueno e Leonardo Rocha
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