Campo Grande (MS),

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    sábado, 15 de julho de 2017

    Policiais desmontam acampamento em frente à Governadoria após 40 dias

    O ato durou 40 dias e estimativa do Sindicato foi de adesão de 1,5 mil policiais

    Policias plantaram árvore © Paulo Ribas
    Os policiais civis suspenderam, temporariamente, o acampamento montado em frente à Governadoria mas vão continuar por enquanto sem reajuste salarial. Em assembleia na manhã deste sábado, os policiais deliberaram a suspensão do ato e foi realizada ação simbólica de retirada, com o plantio de uma árvore no lugar onde ficavam as barracas. A estimativa do Sindicato é de que 1,5 mil policiais passaram pelo acampamento nos últimos 40 dias.

    Embora não tenha tido reajuste salarial, o que já era anunciado pelo Governo desde o começo do período de renegociação com todas as categorias no início do ano, o presidente do Sindicato dos Policias Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS), Giancarlo Miranda, afirmou que as negociações não devem parar. "Nós vamos continuar buscando, queremos negociar", expressou.

    © Paulo Ribas
    Ainda de acordo com o presidente, a categoria aceitou a proposta do governo de alterar as promoções dos policiais, mas os salários ficarão os mesmos. A proposta enviada pelo Executivo estadual envolve promoção realizada por critério de análise do policial, como qualificações profissionais, cursos ou tempo de serviço.

    "A proposta foi de alterar a maneira das promoções, ou seja, agora o policial vai ser promovido pelos moldes da Polícia Civil, enquanto antes as promoções eram decididas de maneira política. Nós aceitamos a proposta, mas ela terá de ser formalizada em 30 dias, não em 90, como o Governo tinha pedido. Nós vamos para mostrar boa vontade durante este período, depois então veremos se remontamos tudo", detalhou. 

    Segundo o Sinpol, novo acampamento deve ser montado em 30 dias, caso não haja negociação. Cerca de 400 policiais já estão inscritos para fazer o revezamento no local.

    * Colaborou Paulo Ribas.

    Fonte: CE
    Por: BÁRVARA CAVALCANTI
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