Campo Grande (MS),

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    sábado, 15 de julho de 2017

    Mãe armou emboscada para matar o filho por ele ser gay; laudo do IML foi liberado

    Itaberli foi atraído para a casa da mãe e morto com facadas no pescoço

    © Reprodução
    O adolescente Itaberli Lozano foi assassinado pela própria mãe, Tatiana Lozano Pereira, numa emboscada porque era homossexual assumido; é o que afirma a advogada membro da Comissão da Diversidade Sexual OAB – SP Carolina Aram; Itaberli foi morto em dezembro de 2016 ao voltar para casa; mãe do jovem confessou à polícia em um primeiro depoimento que matou o próprio filho a facadas; "É um homicídio qualificado, hediondo e a motivação dele foi homofóbica", disse advogada.

    Exames de DNA confirmaram que o corpo carbonizado encontrado em janeiro deste ano em um canavial na cidade de Cravinhos (SP) é do jovem, Itaberli Lozano, de 17 anos. De acordo com a polícia o garoto foi morto pela mãe com a ajuda do padrasto, pois ela não aceitavam a opção sexual do garoto. 

    De acordo com matéria veiculada no site da Uol, na sexta-feira (14), o laudo pericial ficou pronto na quinta-feira (13), e só agora os restos mortais de Lozano foi liberado pelo IML (Instituto Médico Legal) de São Paulo à família para o sepultamento.

    Conforme as investigações, o motivo que levou Tatiana Ferreira Pereira, de 33 anos, mãe do rapaz, a cometer o crime foi pelo fato de ele ser homossexual. 


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    Ainda de acordo com as investigações, Tatiana, além da ajuda do marido, Alex Canteli, 30 anos, contou com o apoio de mais três pessoas Victor Roberto da Silva, 19, Miller da Silva Barissa, 18, e uma garota de 16 anos. 

    Jovem foi morto a facadas

    No dia do crime, dezembro do ano passado, Itaberli foi atraído para a casa da mãe e morto com facadas no pescoço. Os dois rapazes envolvidos no crime espancaram e tentaram enforcar Lozano, mas como ele resistia a sua mãe o esfaqueou. 

    Tatiana e o seu marido levaram o corpo do jovem até o canavial e colocaram fogo no corpo. O casal e os dois jovens estão presos, a garota está sob custódia. O ministério público acusa a mãe por homofobia e pretende levar os acusados a júri popular. O caso segue na justiça como homicídio qualificado.
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    Fonte: JD1Notícias/Uol
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