Campo Grande (MS),

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    quarta-feira, 19 de julho de 2017

    Celular apreendido com caseiro confirma que crime foi premeditado

    Ex-vereador Cristóvão Silveira ia completar 66 anos na próxima terça-feira (Foto: Fernando Antunes/Arquivo)
    O celular apreendido com o caseiro envolvido no roubo que terminou com a morte do ex-vereador Cristóvão Silveira e a mulher dele, Fátima Silveira, revelou o plano para roubar a caminhonete L-200 e matar as vítimas. O duplo homicídio ocorreu na Chácara Bem-te-vi, que fica na MS-080, a 24 km de Campo Grande. 

    Por volta das 13h30, o caseiro acionou a Polícia Militar dizendo que um grupo havia invadido a chácara e feito o patrão dele refém. Ele tinha escapado para buscar ajuda. Com o pé machucado, o caseiro foi socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) à Santa Casa. A equipe policial, então, foi até a propriedade e encontrou os dois corpos no galpão da propriedade. A mulher estava parcialmente nua e queimada.

    Desconfiados da versão do caseiro, os policiais militares e civis foram até a unidade de saúde e apreenderam o celular dele. No aparelho, foram encontrados vários áudios em que o caseiro, o filho e o sobrinho planejavam o roubo do veículo. Imediatamente, o caseiro foi preso e entregou os outros dois suspeitos que haviam seguido com a caminhonete para Anastácio, distante 135 quilômetros da Capital.

    Na sequência, o filho do caseiro foi preso no município. A caminhonete já havia sido levada pelo terceiro suspeito para a Bolívia. O veículo foi encontrado, nesta madrugada, abandonado em Corumbá. Três pessoas já estão presas e estão trazidas para o Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros).

    Carreira 

    O ex-vereador Cristóvão Silveira ia completar 66 anos na próxima terça-feira (dia 25), era natural de Bela Vista, mas fez carreira como vereador em Campo Grande, com cinco mandatos. A despedida da Câmara Municipal foi em 2012, quando não disputou uma nova reeleição.

    Fonte: campograndenews
    Por: Viviane Oliveira e Guilherme Henri
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