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    quarta-feira, 14 de junho de 2017

    Pedro Chaves quer ampliar acordos com a Europa na área da educação

    © Divulgação
    O senador Professor Pedro Chaves (PSC/MS) se encontrou em Brasília com o Embaixador para a União Europeia no Brasil, João Cravinho. Na pauta, a necessidade de ampliar o intercambio entre instituições brasileiras e europeias no setor de educação.

    Em 2007 foi firmado o Acordo de Cooperação Bilateral do Brasil com os países da União Europeia, que entre 2007 e 2013, trabalharam juntos nos chamados Diálogos Setoriais e promoveram a cooperação acadêmica entre instituições de ensino superior. A partir de 2014, o financiamento da UE deixou de ser vinculado à cooperação bilateral para o desenvolvimento. No entanto, as atividades no âmbito dos diálogos setoriais e da cooperação acadêmica prosseguem graças ao apoio de outros instrumentos.

    "Conversamos muito sobre educação, e o embaixador João Cravinho, assim como eu, definimos isso como prioridade absoluta. Não só em Portugal, Itália e Alemanha, mas em todos os países da Europa, com certeza, existe a possibilidade de fazermos convênios onde brasileiros frequentarão universidades lá e vice-versa. A ideia é que o acadêmico faça metade do curso no Brasil e a outra metade do curso no país que escolher. Isso aprimora a formação profissional e permite que o formando tenha dois diplomas, um cá e outro lá, o que amplia os horizontes e as chances no mercado de trabalho. Vou levar esse assunto ao ministro da Educação, Mendonça Filho, para que possamos dar sequência as negociações”, garantiu o senador.

    Cooperação - O Brasil foi um dos primeiros países a estabelecer relações diplomáticas com a União Europeia. Na década de 1960, as duas partes procederam a troca de missões diplomáticas formais. Em 2007, a UE reconheceu o Brasil como um dos seus principais parceiros mundiais através do estabelecimento formal da Parceria Estratégica UE-Brasil.
    A parceria abrange várias questões, incluindo alterações climáticas, energia sustentável, combate à pobreza, processo de integração do Mercosul, e estabilidade e prosperidade na América Latina.


    Fonte: ASSECOM
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