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    segunda-feira, 19 de junho de 2017

    OPINIÃO| As afetações de um Papa comunista

    Pontífice promove islamismo e agenda política globalista muito mais do que o cristianismo

    As declarações absurdas do Papa Francisco estão alienando cada vez mais o pontífice de sua congregação © Divulgação
    Não há dúvida nenhuma de que Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, sumo pontífice da igreja católica, tem cumprido uma agenda política excepcionalmente excêntrica ultimamente, para dizer o mínimo. Com uma corrosiva defesa dos valores marxistas – não raro sutis e muitas vezes escamoteados como “similares” da doutrina cristã (como na ocasião em que o Papa proferiu que “comunistas pensam como cristãos”), o Papa se declara igualmente preocupado com a crise dos refugiados islâmicos, que tem causado não poucas controvérsias no mundo inteiro, em especial na Europa, e nos países – a saber, Suécia, Alemanha, França e Inglaterra – que os acolheram, e que estão sendo progressivamente dilacerados de forma agressiva, mordaz e contundente por atentados terroristas cada vez mais frequentes, bem como tentativas de imposição da Sharia, e turbulências e conflitos sociais resultantes da incompatibilidade das hostis e coercitivas crenças islâmicas com os valores tradicionais ocidentais de liberdade, diversidade, igualdade e prosperidade. Não obstante, mantendo-se calado com relação a assuntos controversos – como o genocídio de cristãos coptas no Egito – e solenemente confraternizando com ditadores socialistas como Nicolás Maduro, não há dúvida nenhuma de que o Papa Francisco precisa reavaliar as suas prioridades, ou abandonar o pontificado, pois no que compete a representação da fé católica, ele tem deixado muito a desejar. Crentes do mundo inteiro que o digam. 
    O Papa, com o ditador socialista da Venezuela, Nicolás Maduro © Divulgação 
    A ferrenha defesa do Papa com relação aos refugiados muçulmanos de países do Oriente Médio segue a ordinária e imutável cartilha totalitária do politicamente correto: é necessário auxiliar, acolher estas pessoas, sem levar em consideração os riscos que elas representam para as nações que as abrigarem. No Oriente Médio, mais especificamente em países como Irã, Iraque, Paquistão, Síria e Arábia Saudita, entre outros, ser um cristão é literalmente viver com a vida em risco vinte e quatro horas por dia. Em países onde são a maioria, muçulmanos não toleram a diversidade. A implantação da Sharia, a lei islâmica, é mandatória, incontestável e irrevogável. Quem não a aceita ou professa outra fé, é morto. Invariavelmente, para quem possui o mínimo de inteligência e capacidade de raciocínio, não fica tão difícil assim compreender que os muçulmanos estão fazendo exatamente a mesma coisa com os países europeus nos quais estão progressivamente vindo a dominar. Mas o que dizer de países como Polônia e República Tcheca, que recusaram-se terminantemente a aceitar refugiados islâmicos? Em tais países, o número de atentados terroristas é zero. Barrar integralmente refugiados islâmicos provou ser uma política eficaz de combate ao terrorismo. No entanto, tais países estão sendo cada vez mais pressionados pelo parlamento europeu a aceitarem os tais refugiados. Com ameaças de embargos e sanções, uma União Europeia cada vez mais totalitária insinua-se de forma corrosiva e malévola sobre os países membros, em total desarmonia com o seu direito inerente de soberania sobre o território nacional, sua legislação, e suas fronteiras, no que Margaret Tatcher provavelmente rotularia como “federalismo europeu pela porta de trás”. No entanto, ignorando todas estas dificuldades que tem o terrorismo e o islamismo como suas forças motrizes, o Papa não muda o seu discurso, e continua pedindo aos católicos que integrem os muçulmanos à comunidade. Não obstante, a situação parece ficar cada dia pior: conforme o islamismo ganha prioridade e precedência, em determinadas localidades muçulmanos estão dispondo de mais liberdade para praticar a sua fé do que os cristãos. E hoje, em muitos países integrantes da União Europeia, já se contempla a possibilidade de derrubar igrejas para construir mesquitas. 

    Infelizmente, a insanidade do Papa parece ser inesgotável. Além de conclamar por maior tolerância, o pontífice insiste em aproximar cristãos e muçulmanos, o que, em teoria, não seria algo ruim, se muçulmanos não fossem tão agressivos, violentos, intransigentes e potencialmente explosivos. Em fevereiro deste ano, em um documento enviado ao Encontro Mundial de Movimentos Populares, o Papa Francisco chegou a declarar a terrivelmente absurda afirmação de que “o terrorismo muçulmano não existe”. No mesmo documento, o Papa ainda afirmou que “ninguém é criminoso ou narcotraficante ou violento”. O que isso lembra? Inquestionavelmente, os pérfidos e tendenciosos movimentos políticos de esquerda, que vivem para negar a existência do mal, e por isso não apenas deliberadamente ignoram os perigos reais e imediatos do terrorismo, como promovem o abrandamento e a comutação de penas para criminosos perigosos, e virulentamente se opõem a redução da maioridade penal. 

    Perseguindo uma evidente agenda marxista, que vai na contramão dos reais interesses de sua congregação, ao cumprimentar ditadores socialistas – e portanto indiretamente compactuar com os seus crimes –, pregar a tolerância do islamismo, uma religião absolutista, destrutiva e intolerante que promove a chacina, a mortandade e o terrorismo, comparar cristãos a comunistas e proferir falácias como “a crise ecológica é real”, Jorge Bergoglio, tem deixado muito a desejar no que compete a execução de uma real e virtuosa agenda cristã, de caridade, benevolência, generosidade, amor altruísta, e declaração da Palavra de Cristo e dos Propósitos de Deus. Não, os católicos, revoltados, estão dizendo que o atual pontífice não os representa. Servindo de marionete para interesses políticos globalistas, o Papa Francisco tem se mostrado uma completa, inflexível e desgastante decepção para os católicos. 


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