Campo Grande (MS),

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    segunda-feira, 19 de junho de 2017

    LÍNGUA PORTUGUESA - Professor Fernando Marques


    Texto 19 do livro "Como Ser Feliz, a partir de hoje"!
    5.3 A revelação “surpreendente”

    Embora as diversas ciências como a Medicina, a Psicologia, a Economia, a Sociologia, a Psicanálise, a Neurofisiologia, tenham oferecido importantes contribuições para a reflexão sobre a felicidade, somente o real entendimento do segredo para a obtenção deste cobiçadíssimo tesouro, considerado muito, muito mais importante do que outras realizações pessoais, com a correta aplicação dos seus atributos pode levar à grandeza que supera a sensação plena de “paz” e de “contentamento”. Desta forma, não basta apenas professar que a felicidade individual e coletiva está alicerçada no amor ao próximo, na liberdade e no bem comum.
    Não se obtém felicidade permanente por meio de bebida alcoólica, nem pelo uso de estimulantes ou do uso de drogas lícitas ou ilícitas. Também não é obtida pelo requinte culinário, nem pelo jejum ou pela fama conquistada.
    Para a obtenção da felicidade não basta mudar de ambiente nem tampouco assimilar ensinamentos de Aco Norberto Bobbio, Antoine de Saint-Exúpery, Arthur Schopenhauer, Benedictus de Spinoza, Bernard Shaw, Bertrand Russel, Carl Gustav Jung, Conde Leon Nikolaievitch Tolstoi, Dante Alighieri, Demócrito de Abdera, Denis Diderot, Desmond Tutu, Eliphas Levi, Emil Zatopeck, Émile Chartie, François-Marie Arquet Voltaire, Friedrich Nietzsche, Galileu Galilei, George Bernard Shaw, Gibran Kallil Gibran, Helena Petrovna Blavatskaya, Heraclitus, Hermann Hesse, Homero, Honoré de Balzac, Ibn Al-Mukafa, Immanuel Kant, Jacob Boehme, Jean Louis Vaudoyer, Jean-Jacques Rousseau, Jerold Douglas William, Jiddu Krishnamurti, Johann Heinrich Pestalozzi, Johann Wolfgang von Goethe, John Locke, Joseph Joubert, Krishnamurti, Kuan-Tsu, Léa Waider, Lucius Annaeus Sêneca, Madre Teresa de Calcutá, Magnus Hirschfeld, Mahatma Gandhi, Martin Luther King Jr., Maxwell Maltz, Michelangelo Buonarroti, Miguel de Cervantes, Napoleon Hill, Nizar Qabbani, Oscar Wild, Pitágoras, Plutarco, Publius Ovidius Naso, Publius Syrus, Rajneesh Chandra Mohan Jain, René Descartes, Samael Aun Weor, Sathya Narayana Raju, Saul Bellow, Sigmund Freud, Sir Francis Bacon, Sócrates, Sófocles, Tales de Mileto, Telêmaco Fénelon, Victor Marie Hugo, William Shakespeare ou de outros que se destacaram com suas frases marcantes a respeito do estado de consciência plenamente satisfeita.
    Embora haja quem afirme que o dinheiro não traz felicidade e que a elevação do nível de renda não aumenta significativamente o contentamento, tal afirmação somente será verdadeira se o padrão mental da pessoa detentora da riqueza estiver desvinculada da gratulação e da generosidade espontânea cujos princípios foram mencionados nas páginas deste livros.
    Quem professa que o trabalho é importante para a felicidade porque eleva a autoestima e que o convívio social e a cooperação são fundamentais para a satisfação e para o equilíbrio físico e psíquico, deverá afirmar que o perdão e a doação estabelecem a sensatez na estressante correria frenética da moderna vida diária. 
    Na busca pela sobrevivência é imprescindível que mantenhamos a felicidade e isso somente será possível se mantivermos o genuíno sentimento de gratidão, principalmente a DEUS, com a alma adstrita à espontânea generosidade no auxílio àqueles que sofrem por não possuírem o mínimo do mínimo, faltando-lhes o alimento, a roupa, a moradia, a saúde e outros itens nesta jornada existencial.


    Continuação na próxima semana. 
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