Campo Grande (MS),

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    terça-feira, 13 de junho de 2017

    Deputado Dr. Paulo Siufi intercede pelo Sisem junto ao Governo do Estado

    © Divulgação
    Por intermédio do presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, deputado estadual Dr. Paulo Siufi, Agentes de saúde de Campo Grande estiveram na Casa de Leis, nesta terça-feira (13/6), para cobrar o repasse mensal de R$ 128, a título de adicional pago pelo governo do Estado. Segundo os servidores, o pagamento está atrasado há cinco meses.

    Presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande), Marcos Tabosa, usou a tribuna para pedir ajuda dos deputados em busca de diálogo com o Governo do Estado.

    “Estamos aqui porque já fizemos toda a via-sacra em busca de diálogo”, afirmou o sindicalista.

    Na semana retrasada, o deputado Dr. Paulo Siufi chegou a ir à Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda) com Tabosa, para intermediar a conversa com o secretário Marcio Monteiro. Ambos saíram com a promessa do secretário que garantiu em 48 horas dar retorno, o que não aconteceu.

    “Saímos da Sefaz na certeza que se resolveria o problema, porém, nada foi resolvido. Há cinco meses a falta de pagamento do repasse tem impactado na vida dessas pessoas. Tem que pagar os servidores, se é lei tem que cumprir”, afirmou o deputado.

    O líder do governo na Casa de Leis acordou com Dr. Paulo Siufi e Marcos Tabosa para uma nova conversa com o secretário da Sefaz na semana que vem.

    JORNADA DE TRABALHO DE 40 HORAS SEMANAIS

    Ainda na sessão, o deputado Dr. Paulo Siufi apresentou o Projeto de Lei n° 113/2017, que estabelece em 40 horas semanais a jornada de trabalho para os cargos de Agente de Controle de Vetores, Agente de Promoção em Saúde, Agente de Saúde, Agente de Saúde Comunitário e Visitador Sanitário atuantes no Estado de Mato Grosso do Sul.

    A jornada compreenderá em 6 horas diárias de atividade de campo e 2 horas para atividades complementares, desenvolvimento de relatórios e afins.

    “Apresentamos esse projeto em comunhão com a categoria que também participou de sua elaboração, pois entendemos que é um trabalho árduo, de sol a sol, dentro da casa das pessoas, e que eles precisam estar com condições psicológicas e físicas”, justificou Siufi.


    Fonte: ASSECOM
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