Campo Grande (MS),

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    quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

    Governo federal convoca população do Mato Grosso do Sul para combater o Aedes aegypti

    O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, participa do Dia Nacional de Combate ao Mosquito, nesta sexta-feira (2), em Campo Grande (MS)


    Com a chegada do verão, o governo federal intensifica a atuação contra o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Nesta sexta-feira (2), ministros de Estado visitarão as diferentes capitais do País com a missão de conscientizar a população sobre a importância do engajamento de todos na luta contra o Aedes aegypti. Em Campo Grande, estará presente o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen.

    Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2016, realizado pelo Ministério da Saúde, em conjunto com os municípios, aponta que 10 cidades encontram-se em situação de alerta ou risco de surto de dengue, chikungunya e zika no Estado do Mato Grosso do Sul. Desse total, o município de Amambaí está em risco. Outros nove aparecem em alerta e 43 estão em situação satisfatória. Campo Grande, a capital do estado, está em situação satisfatória. Em todo o país, o LIRAa aponta 855 cidades em situação de risco. O levantamento é fundamental para orientar as ações de controle das três doenças.

    A ação faz parte do Dia Nacional de Combate ao Mosquito, que acontece em todo o Brasil, com atividades integradas e simultâneas, desenvolvidas em articulação com prefeituras, governos estaduais e população.

    Militares das Forças Armadas, agentes de saúde e de defesa civil, além de outras autoridades, também estarão nas ruas para promover o enfrentamento ao Aedes.

    O mutirão será realizado em órgãos públicos e estatais, unidades de saúde, escolas, residências, canteiros de obras e outros locais, marcando a intensificação das ações de combate e, consequentemente, impedindo a proliferação do mosquito. A ideia é que, a partir do Dia de Mobilização, todas as sextas-feiras sejam dedicadas para verificação de possíveis focos, incentivando todos os segmentos da sociedade a sua parte. Essa campanha traz como foco “Sexta sem mosquito. Toda sexta é dia do mutirão nacional de combate”.

    Desde a identificação do vírus Zika no Brasil e a associação com os casos de malformações neurológicas, no segundo semestre de 2015, o governo federal tem tratado o tema como prioridade. Por isso, no final do ano passado, foi criada a Sala Nacional de Coordenação e Controle, além de 27 Salas Estaduais e 1.821 Salas Municipais, com o objetivo de gerenciar e monitorar as iniciativas de mobilização e combate ao vetor, bem como a execução das ações do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia. A Sala Nacional é coordenada pelo Ministério da Saúde e conta com a presença dos integrantes de nove pastas federais.

    Cabe a esse grupo definir diretrizes para intensificar a mobilização e o combate ao mosquito Aedes aegypti em todo território nacional, além de obtidos. Também faz parte das diretrizes, coordenar as ações dos órgãos federais, como a disponibilização de recursos humanos, insumos, equipamentos e apoio técnico e logístico, em articulação com órgãos estaduais, distritais, municipais e entes privados envolvidos.

    Campanha

    A nova campanha do Ministério da Saúde, de conscientização para o combate ao mosquito, chama a atenção para as consequências das doenças causadas pela chikungunya, zika e dengue, além da importância de eliminar os focos do Aedes. “Um simples mosquito pode marcar uma vida. Um simples gesto pode salvar” alerta a campanha, que será veiculada em TV, rádio, internet, redes sociais e mobiliários urbano (ponto de ônibus e outdoor) no período de 24 de novembro a 23 de dezembro. A ideia é sensibilizar as pessoas para que percebam que é muito melhor cuidar do foco do mosquito do que sofrer as consequências da omissão. 

    Serviço

    10:45 - Sensibilização dos alunos da Escola Estadual Maria Eliza Bocayuva

    11:15 - Acompanhamento dos trabalhos de prevenção nos arredores da Escola

    TARDE – a confirmar



    Fonte: ASSECOM
    Por: Cel Amilton Ramos 


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