Campo Grande (MS),

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    quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

    Eleição na AL não terá traumas e preservará base governista, diz Takimoto

    deputado estadual George Takimoto (PDT) - Divulgação/ALMS

    A sucessão na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa se desenvolve com total autonomia, em paz, sem interferência do Executivo e não está sendo definido em função deste ou daquele grupo político. A afirmação é do deputado estadual George Takimoto (PDT), ao destacar alguns aspectos que, a seu ver, são determinantes para atestar a normalidade e o olhar republicano do processo.

    "É importante ressaltar que os poderes se mantêm harmônicos e independentes entre si, como define a Constituição, e ainda temos um governador que respeita essa forma de relação e de convivência", diz o pedetista. Enfatiza que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) é inteligente o bastante para não intervir com a indicação de alguém ou manuseando deputados para direcionar o processo. "A base de apoio do governo tem 20 dos 24 deputados e a postura respeitosa e republicana do governador indica que esse quadro será preservado", deduz.

    Takimoto desmente ainda comentários que circularam durante o segundo turno das eleições em Campo Grande, dando conta de um suposto acordo entre o PMDB e o PSDB para dar apoio à candidata tucana Rose Modesto em troca da presidência da Assembleia. "Nunca existiu esse acordo. É desproposital imaginar algo dessa natureza", dispara. E cita dois motivos que, a seu ver, não permitiriam a combinação. O primeiro: o deputado Júnior Mochi, presidente da Casa, não teria, "como não tem", condições partidárias nem interesse pessoal para colocar acima dos interesses da disputa eleitoral. E, o segundo, por inferir que o governo jamais iria impor condições ou quaisquer mecanismos capazes de influenciar na decisão dos parlamentares.

    Respaldo

    Para o deputado trabalhista, a chapa futura para o próximo período legislativo vai conservar os nomes de Mochi na presidência da Mesa Diretora e do deputado Zé Teixeira (DEM), na 1ª secretaria. "O Mochi é muito competente, está mais que provado, e ainda é governista de mão cheia", qualifica Takimoto. E refere-se em seguida ao democrata, enfatizando que Zé Teixeira é publica e sinceramente um dos mais antigos e melhores companheiros de Reinaldo Azambuja. "O governador só tem a aplaudir e a agradecer a esses dois deputados por seu protagonismo na sustentação da governabilidade", completa.

    De acordo com Takimoto, as articulações que acontecem por parte dos deputados têm sido realizadas distantes dos interesses pessoais tanto do governador Reinaldo Azambuja como do ex-governador André Puccinelli (PMDB). O pedetista acredita que a disputa pelos cargos principais da mesa (presidência e 1ª secretaria) está praticamente definida e consolidada, com apoio dos parlamentares do PMDB, PT, PDT, PEN, DEM, PSC e PSD. "Estes e outros, com certeza, vão os nomes de Zé Teixeira, que merece ser mantido na complexa e exigente função de 1º secretário, e de Júnior Mochi, que faz um excelente trabalho em defesa dos interesses do Estado e do poder legislativo", conclui.



    Fonte: ASSECOM
    Por: Édson Moraes


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