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    quarta-feira, 9 de novembro de 2016

    Terapeuta desenvolve dispositivos de reabilitação para pacientes

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    Adão Santos Moreira, terapeuta ocupacional da Santa Casa, trabalha há 20 anos na assistência aos pacientes e iniciou a confecção de dispositivos com cano PVC em 1996 na ala de queimados do hospital, ali desenvolvia projetos voltados à reabilitação e a preservação dos movimentos destes pacientes, se aperfeiçoando cada vez mais para atender as necessidades de cada demanda com as órteses funcionais.

    “Eu imagino a necessidade dos pacientes, e a partir disto eu vou criando”. Assim que for detectado algum risco de sequela em pacientes a equipe multiprofissional e médicos dos setores entram em contato como terapeuta, que avalia a situação de cada um, e se for indicado o uso e instalação de órtese, são feitas as medições necessárias para a confecção dos dispositivos específicos para ajudar a desenvolver as AVD (Atividades de Vida Diária).

    O compromisso do terapeuta é a reabilitação dos pacientes e também o relacionamento com os acompanhantes, pois cada órtese é doada aos mesmos para auxiliar em sua recuperação em casa. “É muito importante que a família aprenda e compreenda as orientações que damos à eles, de como colocar, o tempo de permanência com o dispositivo instalado, o tempo de descanso e uso, entre outros”, afirma. 

    São milhares de aparelhos criados desde que o terapeuta começou a trabalhar no hospital, atendendo pacientes de cinco andares e oriundos de diversas especialidades, dentre elas a ortopedia/traumatologia e a ala de grandes queimados. Atualmente oito pacientes estão usando dispositivos de reabilitação confeccionado por Adão.

    Eugênia Rodrigues Nunes, mãe de Rodolfo Rodrigues Nunes, que está em tratamento no hospital após um ano do seu acidente, agradece o trabalho do Terapeuta que participa na reabilitação do seu filho. “Acho muito bom o trabalho dele, ajudou muito recuperação do meu filho. Antes, as mãos dele estavam atrofiando e depois que começou o trabalho de reabilitação nele, melhorou muito seus movimentos. O reconhecimento dele é merecido”, afirma Dona Eugênia. 
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    Fonte: ASSECOM


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