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    quarta-feira, 9 de novembro de 2016

    Melania Trump: veja quem é a futura primeira-dama dos Estados Unidos

    Ex-modelo de 46 anos nasceu na Eslovênia e migrou aos EUA nos anos 90. Futura primeira-dama é a 3ª mulher de Trump; eles se casaram em 2005. 

    A futura primeira-dama dos EUA, Melania Trump, e o futuro presidente, Donald Trump, no palco da Convenção Nacional Republicana em Cleveland, no estado de Ohio (Foto: Jim Young/Reuters)

    Os Estados Unidos terão, a partir de janeiro, uma primeira-dama de origem estrangeira. Aos 46 anos, a ex-modelo Melania Trump, que vai suceder Michele Obama, nasceu em Sevnica, uma pequena cidade no leste da Eslovênia.

    A futura primeira-dama dos Estados Unidos se mudou para os EUA nos anos 90, para trabalhar como modelo, e é a terceira mulher do presidente eleito do país, Donald Trump – que nesta terça-feira (8) derrotou a rival democrata Hillary Trump e vai comandar a Casa Branca pelos próximos quatro anos.

    Eles se casaram em 2005, em cerimônia em Palm Beach, no estado da Flórida.

    Em seu último discurso durante a campanha, Melania afirmou que "seria um privilégio poder servir a nosso país" como primeira-dama e que pretendia ser "uma defensora das mulheres e das crianças".

    Ela lembrou no discurso que, em sua infância na Eslovênia, "América era a palavra para definir a liberdade e a oportunidade" e "significava que se podia sonhar com isso". Disse tambem que se orgulha de ser imigrante – ponto sensível da campanha de Trump, já que o republicano prometeu construir um muro na fronteira com o México e obrigar empresas a empregar primeiro cidadãos americanos em qualquer situação, sem exceção.
    Donald Trump e Melania (Foto: Mark Kauzlarich/Reuters)

    Acusação de plágio

    Melania apareceu poucas vezes na campanha, e nas poucas em que apareceu, cometeu gafes. Em julho, foi acusada de plagiar um discurso de Michelle Obama de 2008 ao defender seu marido quando ele ainda concorria à nomeação do Partido Republicano. A campanha de Trump considerou a acusação de plágio um “verdadeiro absurdo”.

    A ex-modelo eslovena disse as frases polêmicas ao narrar sua infância na antiga Iugoslávia. "Desde muito jovem, meus pais me inculcaram os valores de que se trabalha duro pelo que se quer na vida, que sua palavra é sagrada e que se deve cumprir o que se promete, de que se trata as pessoas com respeito", disse.

    As palavras são muito parecidas com as de Michelle em 2008: "Barack e eu fomos educados com valores muito similares: trabalhar duro pelo que se quer na vida, que sua palavra é sagrada e que se cumprir o que se promete, que se deve tratar as pessoas com dignidade e respeito".

    Ofensa às mulheres

    Melania também se envolveu na pior crise vivida por Donald Trump durante sua campanha presidencial, quando o jornal The Washington Post divulgou um vídeo de 2005 no qual ele aparece usando termos vulgares para se referir às mulheres.

    Mesmo quando criticou o marido, chamando seus comentários sobre mulheres de inaceitáveis e ofensivos, Melania o defendeu ao pedir que o pedido de desculpas do agora presidente dos EUA fosse aceito.

    "As palavras usadas por meu marido são inaceitáveis e ofensivas para mim. Elas não representam o homem que eu conheço", afirmou Melania em comunicado. "Ele tem mente e coração de um líder. Espero que as pessoas aceitem suas desculpas, como eu fiz, e que se concentrem nas questões importantes que a nação e o mundo enfrentam".
    Melania Trump, a nova primeira-dama dos EUA (Foto: Patrick Semansky/AP Photo)

    Chamada de acompanhante

    Ainda durante a campanha, o jornal 'New York Post' publicou fotos suas nua, que foram divulgadas inicialmente por uma revista francesa nos anos 1990. Na época, a futura primeira-dama tinha 25 anos, era conhecida pelo seu nome profissional, Melania K e posou para o fotógrafo francês Alé de Basse-ville.

    Em um outro caso, ela processou a Mail Media, que publica o Daily Mail Online, e o Webster G. Tarpley, que publica um blog em Montgomery County, por chamá-la de "acompanhante". O processo é de US$ 150 milhões por danos morais.





    Do G1, em São Paulo

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