Campo Grande (MS),

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    sexta-feira, 18 de novembro de 2016

    Fernanda Gentil comanda hoje à noite a entrega do Prêmio MS Industrial de Jornalismo

    Reprodução

    A jornalista Fernanda Gentil, formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e apresentadora do Esporte Espetacular, da Rede Globo, vai comandar, a partir das 19 horas desta sexta-feira (18/11), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), a cerimônia de entrega do Prêmio MS Industrial de Jornalismo 2016. Neste ano, o concurso distribui R$ 72 mil em dinheiro para as melhores reportagens que retrataram o setor em Mato Grosso do Sul, além de entregar como Grande Prêmio uma viagem para Las Vegas (EUA), com direito a acompanhante e tudo pago, concedidas aos grandes vencedores das modalidades Capital e Interior.

    Fernanda Gentil, que iniciou a carreira trabalhando na TV Esporte Interativo como repórter e apresentadora, ganhou notoriedade e seguiu para o canal esportivo SporTV, das Organizações Globo. Em 2012, ela assumiu a apresentação do Placar da Rodada, no Jornal da Globo, e foi apresentadora eventual do Globo Esporte, enquanto em 2013 foi considerada a musa da Copa das Confederações, após sua atuação na cobertura ao vivo da seleção brasileira na competição.

    Em 2014 apresentou o Rumo à Copa, ao lado de Cristiane Dias, como "esquenta" para a Copa do Mundo. Paralelamente, Fernanda escreve em seu blog pessoal de forma descontraída e ainda nesse ano apresentou o Globo Esporte SP. Em 8 de março de 2015, Fernanda começou a apresentar o quadro Mamãe Gentil dentro do programa Esporte Espetacular no qual tinha acompanhamento de especialistas para alimentação e exercícios físicos para as gestantes.

    Em 6 de julho de 2015, Fernanda assumiu a edição carioca do Globo Esporte, no lugar de Alex Escobar, que foi para o Esporte Espetacular. Ela ficou no Globo Esporte carioca até setembro de 2016 quando assumiu o Esporte Espetacular ao lado do ex-judoca Flávio Canto. Além disso, a jornalista ganhou ainda mais projeção no comando dos Jogos Olímpicos na Rede Globo realizados neste ano na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

    O Prêmio

    Na edição deste ano do Prêmio MS Industrial de Jornalismo, os finalistas das modalidades Capital e Interior foram definidos por uma comissão julgadora formada por grandes nomes do jornalismo local e nacional, sendo eles Adriana Nicácio, assessora de imprensa da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Mara Schuster, assessora de imprensa do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços), o professor-doutor Oswaldo Ribeiro, coordenador do curso de Jornalismo da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), Fernando Rodrigues, coordenador de Comunicação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT/ 24ª Região), e Robson Del Casale Moreira, diretor de Comunicação e Marketing da Fiems.

    Além disso, o resultado foi homologado pelo Comitê Organizador composto pelos diretores da Fiems Julião Gaúna, Altair da Graça Cruz, Antônio Breschigliari Filho e Robson Moreira. Da Capital saíram dois finalistas de cada categoria: Impresso, Telejornalismo, Internet e Fotojornalismo, sendo que os primeiros lugares destas categorias da Capital levam para casa o prêmio de R$ 9 mil, enquanto os segundos colocados ganham R$ 3 mil, enquanto na modalidade Interior saíram finalistas de três categorias (Jornalismo Impresso, Internet e Fotojornalismo), também com dois finalistas de cada uma, sendo que os primeiros colocados nas categorias receberão R$ 6 mil e os segundos R$ 2 mil.

    Entre os 14 finalistas, duas reportagens foram indicadas pelos jurados como as grandes vencedoras das modalidades Capital e interior. Na modalidade Capital, as finalistas na categoria Jornalismo Impresso são as matérias “Em MS, um trabalhador sofre acidente a cada 15 minutos”, do jornalista Osvaldo Júnior, e “No caminho, havia uma pinguela: trabalhadores enfrentam dificuldades para chegar a polo industrial”, da jornalista Lucia Morel, ambos do Correio do Estado. 

    Na categoria Telejornalismo, as matérias finalistas são “Indústria Sul-Mato-grossense: Desafio e novas oportunidades”, do jornalista Rodrigo Grando, e “Cooperativas Evolução”, do jornalista Edevaldo do Nascimento, ambos da TV Morena. A categoria Internet tem como finalistas os trabalhos “Inovação Industrial: Empresas de MS aliam crescimento com criatividade”, da jornalista Aliny Mary Dias (Portal Correio do Estado), e “No calor da crise, fábricas locais de sorvete põem a mão na massa e driblam dificuldades”, do jornalista Cleber Gelio (Midiamax).

    Na categoria Fotojornalismo, as fotografias finalistas foram publicadas nas matérias “No calor da crise, fábricas locais de sorvete põem a mão na massa e driblam dificuldades”, de Cleber Gelio (Midiamax), e “Ampliação de fábrica de celulose consome 3 maracanãs em concreto”, de Anderson Viegas (Portal G1 MS). Na modalidade Interior, as finalistas na categoria Jornalismo Impresso são “Independência de municípios do interior do MS veio com a Industrialização”, do jornalista Jota Menon (Jornal Maracaju Hoje), e “Liderança ao comércio exterior”, do jornalista Valdecir Antônio (Revista Jornal do Povo).

    Na categoria Internet, os trabalhos finalistas são “Pensamento Sustentável da prática industrial”, da jornalista Glarin Bif (Tá Na Mídia Naviraí), e “Depois de pronto Horizonte 2 vai gerar 3 mil novos postos de trabalho em Três Lagoas”, da jornalista Rayani Santa Cruz (Portal de Nótícias Radio Caçula). Na categoria Fotojornalismo as fotografias finalistas foram publicadas nas matérias “Marta Campos Underwear mantém produtividade, enquanto mais de mil empresas fecharam as portas este ano em Mato Grosso do Sul”, de Ademir Almeida (Douranews), e “Indústria Investe em tecnologia para aumentar a produtividade”, de Flávio Verão (O Progresso).

    Homenageados 

    Em reconhecimento aos grandes nomes da imprensa de Mato Grosso do Sul, o Prêmio MS Industrial de Jornalismo 2016 vai homenagear, durante a cerimônia de entrega, os jornalistas Arlindo Florentino e Silvio Andrade e o fotógrafo Roberto Higa. Além disso, também receberão reconhecimento os profissionais da área que faleceram neste ano: Michel Lorãn, Marcos Silvestre e César Cordeiro.

    Segundo o diretor de comunicação do Sistema Fiems, Robson Moreira, os nomes escolhidos notabilizaram-se pela trajetória profissional no jornalismo e serviços prestados ao Estado. Ícone do fotojornalismo sul-mato-grossense, Roberto Higa detém um dos mais completos acervos que retratam em imagens a história do Estado e, aos 64 anos, já prestou serviços para alguns dos principais jornais do País, como O Estado de São Paulo e Correio Braziliense.

    Em Campo Grande, passou pelos jornais Arquibancada, O Jornal, Presença, Jornal da Cidade, Jornal da Manhã, Diário da Serra e Correio do Estado. Atualmente, trabalha na Assembleia Legislativa e já participou de 36 exposições fotográficas, ilustrou nove livros e é autor de “Olhar”. Arlindo Florentino começou a trabalhar em 1977 como repórter esportivo na Rádio Educação Rural. Passou posteriormente pelas rádios Cultura e Difusora e, de 1980 a 1984, trabalhou como repórter no extinto Jornal Diário da Serra. 

    Em 1984 entrou no Jornal Correio do Estado onde ficou até 2013 como repórter e, posteriormente, editor de Esportes. Ao mesmo tempo em que estava no Correio do Estado, trabalhou na TV Campo Grande por 14 anos, além de uma passagem de quatro anos pela Rádio CBN. Atualmente trabalha no Jornal Midiamax. Já o jornalista Silvio Andrade, 63 anos, fez o registro profissional em 1985, DRT nº 03, mas iniciou a carreira em 1970 no jornal Diário da Serra, onde foi editor de Esportes e diagramador. 

    Ele também foi correspondente do Jornal do Brasil, O Globo, O Estado de S. Paulo e Revista Placar, redator da Radiobrás, Correio do Estado, repórter especial da Folha do Povo e de O Estado de MS. Além disso, trabalhou na maioria dos governos estaduais, estando atualmente na Subsecom, enquanto na Prefeitura de Corumbá atuou na assessoria de imprensa, assim como no Moinho Cultural Sul-Americano, Instituto Homem Pantaneiro.

    In memorian

    Sempre um momento marcante da cerimônia do Prêmio MS Industrial de Jornalismo, nesta edição os homenageados in memorian serão Michel Lorãn, que foi repórter da TV Morena em Corumbá e nos deixou no dia 19 de outubro, aos 25 anos, vítima de um aneurisma cerebral.

    Voz inconfundível do esporte sul-mato-grossense, Marcos Antônio Silvestre faleceu no dia 24 de setembro, aos 62 anos, vítima de problemas cardíacos. Chegou ao Estado no começo da década de 80 e, pelo rádio, cobriu a Copa do Mundo dos Estados Unidos, Copa América na Bolívia e no Paraguai e chegou a ir para a China acompanhar a Olimpíada em 2014. Na TV Morena narrou a Copa Morena, Copa da Juventude e foi o pioneiro nas transmissões ao vivo dos jogos do Campeonato Estadual. 

    A TV RIT e o jornal O Progresso, de Dourados, perderam um excelente profissional no mês de agosto de 2016. César Cordeiro, como era conhecido, faleceu aos 48 anos, vítima de um acidente vascular cerebral. Atuou na mídia impressa e na televisão, mas foi como radialista que gravou seu nome na história do jornalismo sul-mato-grossense. Seus últimos trabalhos incluem a apresentação do programa diário “RIT Cidade” e a coluna “Antenado”, no jornal O Progresso. No começo do ano, havia colado grau como bacharel em Direito pela Unigran. 



    Fonte: ASSECOM
    Por: Daniel Pedra


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