Campo Grande (MS),

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    quinta-feira, 10 de novembro de 2016

    Agendamento para Semana da Conciliação termina nesta sexta-feira

    Reprodução

    Termina nesta sexta-feira, dia 11 de novembro, o prazo para agendamento de audiências para a Semana da Conciliação 2016, que este ano será realizada de 21 a 25 de novembro. A ação visa mobilizar operadores do Direito e sociedade para disseminar a conscientização e a cultura conciliatória como mecanismo eficiente para a efetiva prestação jurisdicional.

    Os interessados podem fazer o agendamento on-line pelo link http://www.tjms.jus.br/conciliacao/agendamento.php, ou ainda podem requerer a inclusão do processo na Semana de Conciliação junto ao cartório até amanhã (11), para que este providencie as intimações necessárias depois de designada a audiência pelo juiz.

    Participarão da Semana da Conciliação todas as comarcas e varas de MS cujos feitos permitam a conciliação e, em segundo grau, os desembargadores que aderirem ao movimento. O esforço concentrado sul-mato-grossense, a exemplo de anos anteriores, integra a campanha nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que será realizada em âmbito nacional no mesmo período.

    Nas causas patrocinadas pela Defensoria Pública e naquelas em que há intervenção do Ministério Público, as audiências devem ser agendadas para possibilitar a presença do defensor e do representante do Ministério Público, tanto no primeiro como no segundo grau.

    As ações com audiências designadas para a Semana da Conciliação serão selecionadas pelos magistrados.

    A coordenação da Semana da Conciliação em MS será responsabilidade do Des. Vladimir Abreu da Silva e do juiz Cezar Luiz Miozzo, sob a presidência do primeiro.

    Campanha 

    Criada pelo Conselho Nacional de Justiça para disseminar a cultura da paz e do diálogo, a Semana Nacional é um esforço concentrado da Justiça para resolver o maior número possível de ações judiciais por meio da conciliação.

    Realizadas desde 2006, as semanas nacionais já resultaram em 1,464 milhão de acordos, superando R$ 8,6 bilhões em valores homologados. Praticamente toda disputa tem chance de acordo, entre elas: divórcio, partilha de bens, pensão alimentícia, ações trabalhistas, dívidas em bancos, pendências financeiras, problemas de condomínio ou com empresas de telefonia. No entanto, não se usa o método nos casos envolvendo crimes contra a vida (homicídios, por exemplo) nem nas situações previstas na Lei Maria da Penha (denúncia de agressões entre marido e mulher).

    Todos os acordos obtidos por meio da conciliação têm validade jurídica. Isso significa que, caso uma das partes não cumpra o acordado, a ação pode ser levada novamente à Justiça.



    Fonte: ASSECOM


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