Campo Grande (MS),

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    sexta-feira, 14 de outubro de 2016

    Não queremos e não vamos aumentar impostos, afirma Marun

    deputado federal Carlos Marun (PMDB/MS) - Reprodução

    O deputado federal Carlos Marun (PMDB/MS) votou favorável à PEC 241, que estabelece limite de gastos do Governo Federal nos próximos 20 anos, conhecida também como a PEC da responsabilidade fiscal e que colocará o país em um novo momento.

    “Estamos vivenciando um momento em que vamos buscar o crescimento, que é o crescimento sustentável dentro de um ambiente de equilíbrio das contas públicas e de ajuste fiscal. Se nós não tivéssemos promovido à deposição constitucional do governo anterior, certamente o ambiente de irresponsabilidade teria continuado e provavelmente hoje estaríamos votando aumento de impostos, que era o que desejava o governo por nós deposto”, afirma.

    O deputado destacou que a medida é absolutamente necessária para que o Brasil volte a crescer. “O governo anterior em uma completa irresponsabilidade passou a produzir déficits públicos a partir de 2014 que elevaram a dívida pública, causando uma enorme recessão, a maior da história e isso aumentou o desemprego em cerca de 12 milhões de pessoas” enfatiza.

    Para Marun, a aprovação da PEC 241 representa a melhor solução para o momento. “Não queremos e não vamos aumentar impostos, não queremos imprimir dinheiro e gerar uma hiperinflação porque isso sacrificaria os trabalhadores e não é essa a intenção do governo do presidente Michel Temer. Optamos pelo controle dos gastos públicos e isso não gera a necessidade de demissões e muito menos proibição de concursos. Os gastos tem que acompanhar a inflação, porém, de forma ordenada, com controle. Não há outro caminho que não seja a responsabilidade dos gastos públicos, afirmou”.Sobre a área da Saúde e Educação, Marun explica que a PEC tem um tratamento diferenciado. “O que para alguns é teto, aqui é piso. A Saúde não pode ter em um ano, recursos inferiores ao ano anterior. Nós estamos garantindo que a Saúde e a Educação terão no mínimo o valor investido em um ano corrigido pela inflação e essa é a realidade” e finaliza: Se quisermos colocar mais recursos na Saúde e na Educação podemos e de forma transparente e clara.



    Fonte: ASSECOM

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