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    segunda-feira, 31 de outubro de 2016

    Câmara e Senado reduzem atividades em semana de feriado

    Na Câmara, por exemplo, há previsão somente de uma comissão se reunir. Além disso, no Senado, estão previstas uma sessão e discussão de PEC.

    Plenário da Câmara dos Deputados vazio nesta segunda-feira (31) (Foto: Bernardo Caram/G1)

    Em uma semana curta, com o Feriado de Finados nesta quarta-feira (2), a Câmara dos Deputados e o Senado reduziram as atividades parlamentares.

    Na Câmara, por exemplo, há, somente, a previsão de a comissão que discute propostas de combate à corrupção se reunir.

    Enquanto isso, no Senado, estão previstas uma sessão para votações no plenário e a discussão (na Comissão de Constituição e Justiça) da Proposta de Emenda à Constituição que limita os gastos públicos.

    Câmara

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está fora do país desde a semana passada, quando viajou, acompanhado de um grupo deputados, ao Azerbaijão – o retorno ao Brasil está previsto para esta quinta (3).

    Por isso, nenhuma sessão deliberativa (na qual projetos são votados) está agendada para esta semana na Casa.

    Nesta segunda-feira (31), a sessão de debates da Câmara chegou a ser aberta, mas foi logo encerrada por falta de quórum. Somente 23 dos 513 parlamentares passaram pela Casa até o início da noite desta segunda.

    As comissões da Câmara também não deverão realizar sessões ao longo da semana, somente a partir do dia 7.

    A única comissão de deputados com agenda nesta semana é a comissão que analisa um conjunto de medidas de combate à corrupção.

    Senado

    No Senado, há previsão de uma sessão deliberativa no plenário nesta terça-feira (1º).

    Está agendada, ainda, uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo governo do presidente Michel Temer que estabelece um teto para os gastos públicos (o texto já foi aprovado em dois turnos pela Câmara).



    Do G1, em Brasília
    Por: Bernardo Caram


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